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  • Trincas em paredes, pilares e lajes

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    Manutenção é um tema primordial em condomínio. É um daqueles assuntos em que o síndico precisa estar sempre de olho, acompanhando de perto, para evitar que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

    Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

    Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

    Um bom sinal de alerta é quando a fissura começa a se expandir. Pode também mudar de cor, ou minar água. Nesses casos, o tempo de procurar um perito é curto. Quanto mais houver demora na busca de um reparo, mais caro este será.

    O aconselhável, para evitar que as fissuras se expandam demasiadamente e atinjam a parte estrutural da edificação, é que a cada dois anos seja feita uma inspeção completa, com um perito no assunto, para construções de até 15 anos. Após esse período, a inspeção pode ser anual, para haver um acompanhamento mais próximo das estruturas.

    Se a construção for nova e apresentar muitas rachaduras, pode-se contar com a assessoria de um engenheiro especializado em mecânica do solo. Ele poderá dizer qual é a origem do problema e se houve falha por parte da construtora, que deve dar, no mínimo, cinco anos de garantia.

    Para casos em que o local a ser tratado – como uma área externa ou o topo do prédio – fique protegido da chuva, o ideal é que o reparo seja executado durante a época seca do ano. Se for algo muito urgente, pode-se contratar toldos para que o serviço seja feito com segurança e rapidez.

    Como agir

    Em geral, o aparecimento de pequenas fissuras não é preocupante, já que a estrutura do prédio pode ir se acomodando ao terreno com o passar do tempo, especialmente se a edificação for nova – tiver menos de cinco anos – ou se houver grandes obras por perto, que também podem causar essas rachaduras em diversos locais.

    O ideal é que haja um acompanhamento mensal por parte do zelador dessas fissuras. Se a abertura crescer ou se mudar de cor, ou ainda se estiver minando água, é muito importante procurar um especialista.

    Veja abaixo algumas dicas importantes:

    • Para acompanhar a evolução de uma trinca,  faça uma marca de lápis grosso em cada extremidade da abertura.
    • Verifique se as trincas se encontram em elementos estruturais: lajes, vigas, pilares.
    • Quando a largura da abertura é acima de 0,5 mm, o CREA-SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo) recomenda que se recorra a um engenheiro ou perito habilitado e qualificado.
    • O perito chamado deve ser independente: não peça a ele, nem aceite, sugestões de empresas para realizar as obras. Assim, ele identificará o que deve ser feito, prestando uma informação confiável, sem comprometimentos comerciais.
    • Um tratamento inadequado poderá ocultar problemas maiores que aparecerão no futuro. Neste caso também, sai mais barato consultar um engenheiro especializado, que apresentará uma solução técnica correta, do que arriscar tratamentos paliativos.
    • As principais conseqüências do incorreto tratamento de infiltrações são os danos causados à armação do concreto, cujo reparo é caro e requer conhecimentos técnicos especializados.

    Responsabilidade do síndico

    Vale ressaltar que, se ocorrer algum tipo de incidente, o síndico pode ser responsabilizado por omissão, caso nada tenha sido feito para prevenir a ocorrência.

    Por exemplo, se uma rachadura não for reparada e um muro cair em cima de um morador, a responsabilidade (civil e criminal) será do síndico, caso esse não tenha tomado nenhuma providência.

    Tipos de ocorrências

    Fissuras, trincas, rachaduras e fendas são aberturas em forma de linha, classificadas de acordo com a espessura, e não quanto ao comprimento.

    • Fissura: abertura de até 0,5 milímetro.
    • Trinca: de 0,5 mm a 1 mm.
    • Rachadura: de 1 a 1,5 mm.
    • Fenda: superior a 1,5 mm

    Principais causas

    • Acomodação da obra no terreno: é uma das origens mais comuns em novas edificações. Há um esforço por parte da fundação do prédio, que acaba sendo um pouco transferido para a alvenaria, gerando assim as fissuras
    • Pressa ao dar o acabamento na obra: ao não respeitar o tempo correto para secar alguns materiais (como a massa corrida), há mais chance daquele local apresentar trincas
    • Obras nas unidades: Reformas que ocasionem um excesso de carga num andar ou alterações estruturais como retirada de paredes ou pilastras podem causar desabamentos. Exemplo: construção de uma parede não-prevista pelo projeto original. A laje transfere o peso para os pilares, que podem sofrer avarias.
    • Movimento estrutural: pode parecer estranho, mas a estrutura do prédio é flexível, para conseguir lidar com o vento, sons e obras vizinhas. Porém, muito movimento externo pode gerar fissuras
    • Infiltrações: impermeabilizações não duram para sempre. Quando não há uma renovação do material, a água pode se infiltrar seja pela ação da chuva ou de um vazamento, causando problemas estruturais ou estufando as paredes.
    • Calor: principalmente em andares mais altos, que são mais expostos às intempéries, o calor faz com que haja uma dilatação dos materiais. Quando a temperatura volta ao normal, o local pode apresentar algumas trincas. Também pode acontecer em paredes por onde passem tubos que esquentem, como de água quente ou outros. Para evitar o problema, principalmente na laje superior, o ideal é que seja feita, após a concretagem e sua cura correta, uma impermeabilização, seguida de tratamento térmico e, então, o acabamento escolhido pode ser executado.
    • Água ácida: em cidades com muitos carros, ou alto nível de poluição, a chuva pode se infiltrar em uma laje sem impermeabilização e degradar as estruturas protegidas pelo concreto. Essa água poderá oxidar o aço, comprometendo assim a segurança do local. Nesse caso, há uma transação entre as fases do problema. No primeiro momento, a água se infiltra na laje, e a rachadura ainda não verte água, há apenas uma mancha esbranquiçada. Ao perceber que a água começa a pingar dali, ou que a coloração da mancha migrou para o amarelado ou ocre, é sinal que o aço já foi oxidado e precisa de cuidado especializado urgente.
    • Escolha incorreta ou má qualidade de materiais: infelizmente, se o material usado não é de boa qualidade, ou se não foi utilizado corretamente, o resultado final refletirá isso.
    • Sons, vibrações ou ventos muito fortes: Seja um som extremamente alto, um bate-estaca violento em uma obra próxima ou uma rajada de vento mais forte que o esperado, a edificação pode não estar preparada para recebê-los. Nesses casos, uma trinca pode aparecer

    Obras nas unidades

    • Como reformas em unidades podem ocasionalmente comprometer a estrutura do prédio, é conveniente que o síndico seja sempre comunicado antes do início.
    • Seria interessante haver uma norma a respeito no Regulamento Interno ou na Convenção – ou, ao menos, tornar este aviso um procedimento informal no condomínio.
    • Em reformas grandes nos apartamentos, o síndico deve valer-se de um perito para avaliar se elas não trarão danos à estrutura do prédio.
    • O síndico também deve informar ao condômino responsável pela reforma o horário permitido para estas atividades, bem como outros procedimentos básicos, como o que fazer com o entulho.
    • Dica: use este modelo de Termo de Responsabilidade sobre Obras nas Unidades. Entregue ao morador e peça que o mesmo assine o documento.

    Exemplos de ocorrências

    Foto acima: Trincas verticais e horizontais em casa de máquina, decorrentes de emenda incorreta na alvenaria com a estrutura e da dilatação do topo da edificação

    Foto acima: Trinca de piso em laje de topo. Falha de execução de junta de dilatação

    Foto acima: Os azulejos desalinhados são frutos do chamado recalque de fundação – que acontece quando um lado da fundação do edifício “afunda” mais que o outro

    Foto acima: Trinca na laje de concreto. A impermeabilização venceu, e a água passou por ali, gerando a fissura

    Foto acima: Fissura no piso externo, causada pela passagem do tubo do escapamento do gerador. Como a tubulação esquenta, o piso se dilata e, posteriormente, se retrai, causando assim a trinca

    Foto acima: Trinca no revestimento: nesse caso, foi necessário remover o revestimento para descobrir a corrosão

    Foto acima: Fissura no teto da garagem: Falha na impermeabilização do local. A presença da mancha de água é um agravante

    Foto acima: Trincas de fachada: À esquerda e acima, falha na aplicação do revestimento. À direita e abaixo, falta de verga na esquadria. A verga é uma pequena viga que ajuda a evitar fissuras em áreas próximas a janelas, ou outras esquadrias.

    Foto acima: Fissura na platibanda por falta de junta de dilatação

    Fonte: http://www.sindiconet.com.br/

    Cr̩ditos: VIP РInspe̵̤es Prediais

  • 5 principais erros cometidos em obras e reformas

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    É graças às obras que podemos construir os imóveis que precisamos ou deixar os que já possuímos do jeito que sempre sonhamos. No entanto, apesar de serem necessárias, as grandes obras normalmente são repletas de problemas que causam desperdícios e aumento de prazos, tornando-as incômodas e indesejadas pela a maioria das pessoas. Para que sua construção ou reforma não sofra com esses problemas, deve-se ficar muito atento e evitar as falhas e desacertos que podem surgir pelo caminho. Quer saber mais sobre isso? Então confira a seguir os 5 principais erros cometidos em grandes obras:

    Não seguir o projeto

    O projeto foi elaborado de uma determinada maneira por diversas razões e o engenheiro ou arquiteto que o fez certamente levou em conta todas as nuances e variáveis do terreno, dos materiais, do destino de uso e dos anseios do proprietário. Isso jamais pode ser deixado de lado, embora acabe acontecendo com uma frequência maior do que pensamos. Muitas vezes o excesso de confiança dos funcionários ou a mania de “dar um jeitinho” pode trazer problemas graves para a construção. Portanto, seguir o projeto não é uma opção, é uma obrigação!

    Não conferir tarefas realizadas

    Mesmo seguindo o projeto, é essencial ir fazendo a conferência gradual de tudo que for sendo feito. É importante ter em mente que algumas etapas das obras não permitem erros: fundações e estruturas, por exemplo, precisam ser feitas com todo o cuidado — por questões, principalmente, de segurança. Já outras etapas, como revestimento, alvenaria e acabamento têm sempre uma tolerância pra correção. No entanto, é essencial perceber que, quanto antes for notado qualquer problema, mais fácil será buscar a solução.

    Fazer um caimento inadequado

    Todo local que recebe incidência de água precisa ter um caimento determinado, pois é isso que vai permitir o escoamento adequado e evitar inundação ou infiltrações. É muito comum que os funcionários cometam erros nesse momento, porque as diferenças para o caimento adequado são milimétricas — e qualquer variação pode acabar com a eficácia dessa estratégia. A atenção deve ser redobrada para pisos de banheiro, chuveiros e quintais abertos.

    Cometer erros na instalação da rede elétrica

    As instalações elétricas são campeãs de problemas, porque nem sempre os engenheiros, mestres de obra e encarregados têm conhecimento suficiente para fazê-la da maneira certa. Basta uma ligação ou aterramento inadequado e você pode colocar toda a obra em risco. O ideal é sempre buscar o auxílio ou a supervisão de um especialista.

    Descartar resíduos de forma ineficiente

    O descarte de resíduos é algo que sempre chama atenção em obras, porque quem já lidou com uma sabe a quantidade de lixo que é gerada. Quando o descarte não é feito de maneira eficiente, diversos problemas podem surgir, como falta de espaço no canteiro de obras, contaminação do solo, risco de estragar materiais e até de machucar os funcionários. Para que isso não ocorra, vale a pena investir em ajuda profissional e contar com o auxílio de uma empresa que ofereça serviços especializados em limpeza e conservação.

    Esses são os principais erros que acontecem em grandes obras — que são, em sua maioria, de simples solução. Ao evitá-los, você garante um resultado melhor e evita que seu projeto tenha problemas. Portanto, fique de olhos abertos e garanta o sucesso dessa empreitada!

    Agora nos conte se você gostou do texto! Lembrou-se de mais algum erro que pode acontecer em grandes obras que não citamos aqui? Comente nosso post e compartilhe suas ideias conosco!

    Fonte: http://uniaolimpcon.com.br/

  • Como saber quando a reforma é necessária?

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    Nem sempre começar uma reforma é uma tarefa fácil. É preciso realizar o planejamentonecessário e contar com a consultoria de um profissional para que saia tudo nos conformes. Se você deseja reformar a casa e precisa de ajuda para iniciar o processo, veja dicas da arquiteta Christiane Roy, que deu várias dicas preciosas sobre o assunto.

    Como saber quando a reforma é necessária

    Segundo a arquiteta, os fatores que impulsionam uma reforma são vários:

    *Manutenção após anos de uso;
    *Necessidade de reparos;
    *Mudança na estrutura familiar;
    *Novidades no mercado de revestimentos;
    *Valorização de um imóvel para venda ou locação;
    *E até mesmo a vontade de renovar o visual da casa.

    “Todos esses fatores são válidos, desde que se perceba qual a real necessidade de mudança“, explica. Ela ainda aconta que o melhor momento para investir em uma reforma é quando todo o planejamento foi feito e cabe no orçamento destinado para esse fim.

    “Além da questão do orçamento, é necessário planejar a logística. Se você vai reformar a casa ou apartamento onde mora, é necessário pensar em como vai organizar sua vida neste período. O ideal é sair – alugar um apartamento provisório, ir para um flat, casa de familiares, etc. – mas como não são todas as pessoas que conseguem se organizar desta forma, o ideal é ter em mente que a rotina será alterada. Por determinado período não será possível, por exemplo, lavar roupas em casa ou cozinhar, será necessário pensar em alternativas para evitar estresse por falta de planejamento”, revela Christiane.

    Primeiros passos antes da reforma

    Antes de mais nada, é essencial procurar profissionais gabaritados, por meio de indicações. “Dessa forma é possível evitar a contratação de profissionais de baixa capacidade técnica, inexperientes ou desleais, o que pode gerar muita dor de cabeça, como prejuízo e atrasos”, aconselha a arquiteta.

    “Caso a reforma contemple alterações de alvenaria, elétrica e hidráulica, é fundamental contratar um arquiteto ou engenheiro para execução de um projeto assumir a responsabilidade técnica pela obra”, pontua.

    Controle o orçamento

    O conselho da profissional é fazer um bom planejamento antes da reforma, isto é, ter todos os materiais bem definidos e na quantia adequada. É importante também fazer uma relação dos profissionais que serão contratados e obter todos os orçamentos.

    “É muito comum a pessoa começar a quebrar o que não gosta sem ter decidido claramente o que vai colocar no lugar, simplesmente ‘imaginando’ quanto vai gastar.  Um profissional da área vai saber orientar esses passos, evitando que a pessoa, sem experiência em projeto e construção, decida executar por conta própria. Neste caso o barato acaba saindo caro. Um arquiteto cobra entre 7% a 25% do valor da obra, o que inclui a pesquisa de preços e tomada de orçamentos, elaborações e acompanhamento de cronograma, fiscalização dos trabalhos e verificação dos acabamentos. Esse valor acaba sendo facilmente gasto em desperdícios e retrabalhos sem a ajuda do profissional”, afirma Christiane.

    Em quanto tempo deve ser a reforma?

    Sempre existe a dúvida: é melhor reformar aos poucos ou fazer tudo de uma vez? Christiane aconselha fazer tudo de uma vez só, pois o valor é mais barato. ” Além do mais, fazendo em etapas, ao terminar o último ambiente a ser reformado, o primeiro já vai estar gasto, o que acaba comprometendo o resultado final”, diz.

    Dicas para ter uma reforma tranquila e sem problemas

    *Contratar um profissional qualificado para, primeiramente, fazer um projeto bem detalhado, contemplando todas as alterações que serão executadas na reforma, atendendo às demandas, necessidades e desejos dos clientes, definição de todos os acabamentos e demais itens necessários para um orçamento preciso.

    *Depois do projeto, elaborar todos os orçamentos, inclusive para elementos decorativos que serão comprados no final do processo. “Somente com isso podemos elaborar uma planilha com o custo total da reforma e um fluxo de caixa mensal”, conta a arquiteta.

    *Contratar mão de obra altamente qualificada para execução dos trabalhos. “É importante contar com ajuda profissional para o gerenciamento desta equipe, evitando assim problemas maiores, atrasos ou desperdícios”, revela a profissional.

    *Outro item fundamental para o bom andamento da obra é fornecer os materiais solicitados pela equipe de execução dentro do prazo, evitando assim que a mão de obra fique ociosa ou desmotivada a manter o ritmo planejado.

    Consultoria
    Christiane Roy – arquiteta
    Site: www.christianeroy.com.br

  • Como fazer limpeza pós-obra?

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    Finalmente a reforma da sua casa acabou e chegou a hora de se instalar no seu cantinho novamente. Mas antes disso, será preciso fazer uma limpeza de obra caprichada para tirar manchas de tinta, restos de poeira e eventuais resíduos da reforma. Confira algumas estratégias para limpar sua casa depois da obra.

    Antes de começar a limpeza de obra

    Antes de começar a organizar sua casa pós-obra, confira algumas dicas que podem ajudar a ganhar tempo e a limpar o ambiente de maneira mais eficiente:

    • Se seus móveis estiverem na casa cobertos com plástico ou algum outro material, retire a cobertura antes de começar a limpar para não sujar o chão novamente. Leve a cobertura para fora da casa.
    • Remova o lixo e os resíduos.
    • Comece a limpar pelo fundo da casa, vindo da parte mais afastada, até a entrada. Os cômodos devem ser limpos de cima para baixo, ou seja, primeiro o teto, os azulejos e as paredes, deixando o chão para o final.
    • Você vai precisar de alguns produtos de limpeza específicos para tirar manchas e limpar as superfícies. Também pode precisar de uma escada para alcançar os pontos mais altos da casa. Certifique-se de seguir as instruções indicadas no rótulo de qualquer produto de limpeza e tome cuidado quando usar escadas de construção.
    • Não se esqueça de usar luvas para proteger as mãos e também de ventilar bem a casa.

    Como fazer a limpeza de obra: passo a passo

    Como remover manchas de tinta

    É comum encontrar manchas de tinta no chão ou nos azulejos depois da pintura da casa. Para retirá-las, você vai precisar de um removedor de tinta. Primeiro leia as instruções no rótulo e certifique-se de que o ambiente está bem ventilado, pois o odor pode ser forte. Antes de começar, vista um par de luvas e faça um teste numa área pequena e imperceptível, para evitar novas manchas. Aplique o produto somente na área afetada.

    Como limpar a poeira da casa

    Após o trabalho de renovação da casa, é muito comum haver poeira espalhada por todos os cantos, como nos armários, prateleiras e lustres. Em alguns casos um pano úmido resolve. Se houver outros resíduos além de poeira use um produto como Cif Cremoso, que pode ser aplicado para limpar e desinfetar as mais diversas superfícies e remove as sujeiras mais difíceis.

    Com essas dicas, você vai ficar livre de toda a sujeira e vai ver que o trabalho de renovação valeu a pena. Agora é só descansar e curtir sua casa nova.

  • Como e quando fazer a manutenção da sua casa

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    Para que sua casa fique agradável, e o seu imóvel, valorizado, é necessário mais que organização e limpeza. É fundamental se programar para fazer a manutenção dos itens que, com o uso frequente, inevitavelmente se desgastam com tempo, como uma dobradiça de armário que pode se soltar, um cano entupido, uma torneira que fica pingando, e por aí vai.

     8 dicas para a manutenção da casa

    − Algo quebrou ou não está funcionando direito na sua casa? Se for preciso, procure ajuda, mas arrume o quanto antes. Quando você tem apenas um item para consertar é muito mais simples e, claro, mais barato. Não deixe que esses reparos se acumulem, pois isso, além de aumentar muito o valor da conta, deixa você cada vez mais desanimado.

    − Outra dica é evitar improvisos para solucionar problemas. Você pode se acomodar com a solução e acabar tornando o problema ainda maior.

    − A recomendação é testar os disjuntores do quadro de força a cada seis meses. Basta apertar o botão para ver se a energia foi cortada e, depois, voltar à posição normal; se o fluxo de eletricidade não foi interrompido, é hora de trocar o disjuntor. E para não correr riscos, é melhor chamar um técnico para fazer esse serviço.

    − Evite infiltrações, recolhendo folhas e detritos nas calhas do telhado a cada três meses – essa é uma medida importante se você mora em uma região com muitas árvores.

    − No banheiro, é importante limpar o sifão a cada seis meses (aquele cano em forma de “U” ou de cotovelo que fica embaixo da pia). Essa é uma ótima alternativa para se livrar de entupimentos causados pelo acúmulo de cabelos, pelos de barba e outros resíduos.

    − Para driblar o desperdício de água com torneiras que giram em falso e não param de pingar, troque suas borrachinhas a cada 18 meses.

    − A manutenção da pintura das paredes também deve ser feita a cada um ano e meio. Por isso, programe esse gasto com antecedência.

    − Lembre-se de que a conservação do imóvel varia de acordo com o tempo e a intensidade de uso. Por isso, fique atento aos sinais que seu imóvel dá. Por exemplo, se, ao ligar dois aparelhos elétricos ao mesmo tempo, a energia oscilar, pode ser o caso de sobrecarga de energia.

    Ao resolver pequenos problemas e se organizar para fazer a manutenção, você não será pego de surpresa com um problema maior que vai sobrecarregar seu orçamento, certo? Continue seguindo as nossas dicas para ter certeza que sua casa ficará sempre em ordem

  • Retrofit – entenda esta nova forma de investir na revitalização de prédios antigos

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    Os imóveis estão em alta em todo o Brasil e esse boom da construção tem trazido à tona diversas técnicas de reformas e valorização dos prédios e casas. Mesmo quem é do ramo da construção, possivelmente não tinha ouvido falar no retrofit, mas nos últimos tempos ele está tomando as rodas de conversa e atraindo olhares dos profissionais do meio. Preste atenção você também: quem sabe o retrofit não é exatamente o que você estava buscando para seu edifício? Quer entender um pouco mais sobre essa novidade e descobrir se ela atende às suas necessidades e anseios? Confira o video abaixo e conheça um pouco mais do assunto.

     

  • Economize: como reformar a casa ou apartamento em tempos de crise

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    Sua casa ou apartamento precisa de reparos? Cansou da decoração, os móveis estão velhos e a fiação elétrica precisa ser renovada? Bom, saiba que você tem um longo caminho pela frente, mas não se esqueça do primeiro passo: planejamento.
    Uma obra, independente do tamanho, precisa ser muito bem planejada. Pare e tire alguns dias para fazer esse detalhamento. Reúna a família e veja qual a demanda de cada um, confira o orçamento disponível e saiba o que irá conseguir fazer.
    Se o orçamento é pequeno, seja realista e faça o que realmente é necessário. Será que você realmente precisa trocar alguns itens só porque está cansado? De repente aquele cômodo da casa só precisa de uma repaginada. Talvez uma cor nova, um tapete, um objeto ou até um espelho.
    O que for estrutural não pode ser deixado para trás. Problemas com encanamento e fiação elétrica também. Uma vistoria completa te ajudará a encontrar os problemas pontuais.
    Definindo as necessidades reais, faça um planejamento que contenha o projeto, orçamento e cronograma de execução. “Gastar esse tempo” vai fazer toda a diferença!

    O projeto

    Consulte mais de um profissional, apresente suas reais necessidades e condições financeiras. Opte por um profissional que lhe ofereça alternativas mais econômicas, mas sem perder a qualidade. Pode ser um engenheiro ou arquiteto. Com o acompanhamento profissional adequado você economizará na obra, pois tudo será feito seguindo um projeto. Assim você irá comprar a quantidade certa de material.

    Pesquisar para economizar

    Não adianta, na hora de reformar ou construir a palavra de ordem é: pesquisar! Existem muitas ofertas no mercado de construção civil. Sem conhecimento técnico, você poderá escolher algo caro, mas que não representa a melhor qualidade, por exemplo. E também desconfie do que for barato demais. Isso poderá trazer muito problemas. Consulte o profissional que contratou e peça sua ajuda. Faça diferentes cotações e pesquise na internet.

    Orçamento para reformar

    Para ter economia na reforma, faça um orçamento bem detalhado. Busque referências para montar uma planilha, saiba quais elementos precisam entrar neste orçamento. Esteja preparado para imprevistos e sempre deixe um dinheiro de reserva para não ser pego de surpresa.
    Faça os orçamentos dos materiais de acabamento antecipadamente. Vidros para portas, janelas ou boxes do banheiro, por exemplo, já podem ser comprados. Tenha as medidas corretas e faça um orçamento sob medida com a Lattufe!

    Cronograma

    Você já deve ter ouvido falar: “a reforma da minha casa demorou mais tempo do que eu imaginava”. Bom, isso é muito comum e pode ser prevenido com a elaboração de um cronograma. Estabeleça prazos para os empreiteiros, defina isso num contrato por escrito. Assim será possível cobrar futuramente. Se a obra for realizada somente dentro da casa ou apartamento a probabilidade de atrasar é menor, contando que não haverá imprevisto relacionado a mudanças de tempo.

    Fonte: http://vidracaria.psdovidro.com.br/

  • 5 dicas para diminuir os custos na construção da sua casa

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    Construir a própria casa é o sonho de muitos – afinal de contas, ver o projeto que a família escolheu e ajudou a compor sair do papel é mais do que satisfatório. Ainda assim, mesmo com toda a empolgação, existem alguns pontos que devem ser avaliados com cuidado bem antes de se iniciar a obra. Para fazer uma boa economia e diminuir os custos com a construção de maneira significativa, o planejamento é uma das partes mais importantes, já que ele será o momento de definir todos os gastos e traçar alternativas para continuar poupando mesmo após a mudança.

    Se você tem dúvidas sobre como reduzir as despesas na construção de sua casa, fique atento às dicas que separamos!

    Planeje bem o projeto: a economia já começa antes da obra

    O primeiro ponto é a escolha do engenheiro e do arquiteto responsáveis. A função do arquiteto é a de projetar o esquema arquitetônico, hidráulico e elétrico. Posteriormente, entra em cena o engenheiro, que fará os cálculos necessários e se certificará de que tudo seja feito conforme as especificações do projeto.

    Antes de começar a obra, também é preciso atentar para o tipo de terreno e fazer as adequações necessárias no projeto. Caso seja um terreno irregular, o estudo serve para indicar se é possível construir assim ou se é preciso realizar uma terraplanagem. A solidez do solo também é um ponto que deve ser avaliado, a fim de que os alicerces da casa fiquem em terra firme. Estas são medidas que já representarão uma boa economia, pois ter que fazer alterações no plano depois da obra ter sido iniciada significa maiores gastos.

    Neste momento, é preciso salientar ao arquiteto e ao engenheiro que seu objetivo é não gastar além do limite. Ressalte o valor que tem disponível para financiar a empreitada e fique atento às especificações pedidas. Pedir um cronograma com todas as etapas da construção é um ponto interessante que também te poupará gastos no futuro. Você saberá em quanto tempo precisará pagar os pedreiros e pintores, por exemplo. Peça também indicações de lojas de material de construção e de profissionais que não cobrem muito caro.

    Poupe comprando tudo de uma vez

    Com o projeto da casa em mãos, você já poderá elaborar a lista de materiais que precisa comprar. Ferragens, cimento, tijolos, tubulação, torneiras, dentre tantos outros itens: não deixe para escolher depois, separe um tempo e faça todas as compras de uma só vez. Isto vai garantir que você consiga melhores condições nas lojas de material de construção e home centers, já que esta será uma grande compra. Lembre-se de que é sempre melhor pagar à vista e que muitas destas lojas oferecem descontos para quem opta por esta modalidade.

    Faça escolhas conscientes de telhado, portas e janelas

    O telhado, as portas e as janelas costumam ser os itens mais caros da lista de materiais. Por isso, você deve pesquisar bastante sobre quais são as melhores opções para o espaço. Considere planejar cômodos que podem se conectar através de um vão de porta para não ter que adquirir tanto material. Para poupar ao comprar as janelas, prefira os modelos feitos em alumínio e que não precisem de estrutura adicional para serem instalados.

    O telhado também é uma das partes que mais exige despesas. Isto porque deve ser feito com telhas resistentes e a mão de obra especializada geralmente é cara. Ao optar por telhas de baixa qualidade e por conseguinte, mais baratas, você acaba adiando as dores de cabeça. Uma vez que o período de chuvas chegar, elas poderão sair do lugar e quebrar, fazendo com que o trabalho precise ser refeito.

    Projeto hidráulico inteligente

    Ao dispor os banheiros, área de serviço e cozinha em uma área específica, será possível economizar na hora de comprar as tubulações. Com esta medida, serão usados comprimentos menores de tubos, o que garantirá uma alta economia. Caso não seja possível posicionar todos estes cômodos em uma mesma área da casa, escolha alinhar ao menos os banheiros – suas despesas já serão reduzidas de maneira significativa.

    Atenção para economizar com os acabamentos

    É possível encontrar inúmeras alternativas de acabamentos que ficam em conta no mercado. Os mais simples cumprem bem a função e atendem às normas técnicas perfeitamente. O uso de tinta é reduzido quando não se usa a massa acrílica e se aplica somente um selador e depois os dois principais tipos de tinta, a acrílica e a PVA.

    Para os pisos, também existem opções que não pesam no bolso, como o cimento queimado. Se você prefere um piso que não retenha tanto calor, considere usar a cerâmica em toda a casa. Este material é indicado principalmente para regiões de altas temperaturas, já que a instalação de um piso frio ajuda a casa a não reter calor. Se quiser optar pela madeira, prefira os pisos laminados, que podem ser limpos facilmente, não precisam de aplicações de sinteco e podem ser facilmente removidos no caso de uma mudança.

    Fonte: blog.casashow.com.br