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  • Agreste Saneamento transforma lodo proveniente do tratamento de água em tijolo

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    A Agreste Saneamento, que presta serviços de captação e tratamento de água em municípios de Alagoas, utiliza desde 2014 os resíduos gerados desse tratamento para fabricação de tijolos ecológicos. O lodo que é descartado já possibilitou a produção de 1,79 milhões de tijolos, que são aplicados na construção civil.

    Esse reaproveitamento pode reduzir custos operacionais com o descarte desse material em aterros sanitários, além de diminuir os impactos ambientais. “Com essa solução, o ciclo dos resíduos gerados durante o tratamento da água em Arapiraca fica fechado, sem gerar impactos ambientais”, afirma Gustavo Lopes, diretor presidente do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA).

    Para o diretor da Agreste Saneamento, o que fazer com esse lodo é um desafio muito grande enfrentado pelas concessionárias. “As vantagens na incorporação do lodo de ETA para fabricação dos tijolos são inúmeras, entre elas, o aumento na vida útil das jazidas de argila e a redução de áreas desmatadas para exploração de jazidas, economia de consumo de água para produção de tijolos e a qualificação e o licenciamento ambiental de cerâmicas para o adequado recebimento e manejo desse material, fomentando a economia da região. Também estamos nos adequando à Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Guilherme Dias.

    Durante o tratamento da água, formam-se impurezas e elas acabam se aglutinando, sendo assim mais fácil de separá-las da água. Após a decantação, essas partículas vão para o fundo dos tanques, por fim, esse lodo é armazenado em bolsas para que ocorra a desidratação.

    Foram realizados diversos testes em laboratório que comprovaram a qualidade e a aplicabilidade da submatéria-prima para a produção do tijolo cerâmico. O procedimento foi acompanhado pela equipe do setor de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Agreste Saneamento, pela Phyto Consultoria em Engenharia e Meio Ambiente e pelo IMA, que destacou a iniciativa como um marco no estado.

    Fonte: techne

  • Confira como trabalhar o concreto para pisos

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    O concreto para execução de piso é o concreto mais exigente do nosso dia a dia. E é sobre ele que vamos nos entender hoje.

    É comum se perguntarem o porquê de tanto cuidado exatamente com o concreto do piso. A resposta é simples:
    Para o cliente, o piso é entendido como o equipamento horizontal de apoio para todo o funcionamento do edifício industrial ou de varejo.
    Quando este equipamento apresenta deficiência, toda a operação do edifício é perturbada ou comprometida, com geração de prejuízos. Imagine uma trinca ou um buraco no meio do caminho onde vinte empilhadeiras trabalham o dia todo em alta velocidade e calcule o custo direto da perda de produtividade. Agora, multiplique este valor por sessenta meses. Você vai levar um susto!
    As modernas técnicas de desempeno mecânico do concreto do piso são práticas, produtivas e permitem a obtenção do acabamento de superfície desejado pelo mercado.
    A variável que aqui se introduz é a característica do concreto, que pode ser adequada, ou não, para realizar o trabalho.
    A operação de polimento do concreto com o bambolê cria um movimento de sucção que traz a água para a superfície e cria uma pasta cimentícia com a qual se obtém regularização e lustro. Quando endurecida têm-se uma lâmina rígida e resistente como acabamento. A delaminação é a soltura de parte desta lâmina por ação da água que tenta fugir do maciço, é impedida e forma um vazio sob esta mesma lâmina, provocando a sua ruptura e o consequente desplacamento, ou delaminação. Observe que as fissuras e desplacamentos ocorrem onde houve polimento, mas pouca patologia se nota nas áreas de acabamento camurçado obtido com o discão.
    A evaporação da água do concreto deixa canículos em seu interior. A massa, lotadona de canículos que vão até a superfície, fica parecendo um queijo suíço com os poros ligados na vertical. A resistência à tracão é prejudicada e se torna insuficiente para resistir as tensões de retração. A peça trinca. Tudo por conta da movimentação de fuga d’água, a tal exsudação.
    É por esta razão que as normas limitam a exsudação do concreto para pisos. Mas limitam pouco.
    O concreto ideal para a produção de pisos é aquele com exsudação zero. Há pouco tempo isto era muito difícil de se obter e de se operacionalizar nas usinas de concreto com garantias de repetibilidade, mas hoje, não.
    No concreto com exsudação zero a água muda da forma líquida para gel e sua associação com o cimento promove coesão e viscosidade. Este gel coeso e viscoso, além de não exsudar, mantém os agregados miúdos e graúdos em suspensão, no melhor estado de compactação possível e desejável.
    E tudo fica ali, estático. Não há movimentação interna de materiais e nem de água. Nada decanta.
    Assim, toda aquela história negativa de canículos, fissuras e desplacamentos fica com o fato gerador zerado. A tendência de fissuras e delaminações é drasticamente reduzida. É óbvio que todos os parâmetros e limites determinados pelo projetista devem ser obedecidos. Aqui abordamos exclusivamente uma característica do concreto no estado fresco que quando zerada reflete positivamente em todo o resultado do trabalho e satisfaz a expectativa de desempenho imaginada pelo cliente.
    Fonte: construliga.com.br
  • Em tempos de febre amarela, acerte na iluminação!

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    O inseto está acostumado à luz polarizada, e utiliza o sol e a lua como seus instrumentos de navegação, em busca de água e alimento. O reflexo da luz na água pode ser percebido de longe pelos insetos e a presença da luz artificial no ambiente noturno confunde o inseto e vira literalmente uma “fonte” de atração.

    Os fotorreceptores dos olhos dos insetos estão regulados aos espectros de luz verde, azul e Ultravioleta, (LUZ FRIA de 4000K a 6500K). Nós humanos não podemos ver o ultravioleta, “a luz além do violeta”, mas os insetos podem.

    O Aedes Aegypti, por exemplo, é um inseto adaptado à luz do dia, mas como as cidades estão cada vez mais iluminadas acabam atraindo os insetos ao ambiente urbano.

    O excesso de luz confunde o ciclo circadiano do inseto e ele mantém suas atividades também durante a noite. Conglomerados humanos bem iluminados, como terminais intermodais e todo tipo de edificação bem iluminada e povoada, passam a ser um campo de caça para o mosquito. Como o cheiro do suor animal é o que atrai as fêmeas da espécie em busca de sangue para sua ovulação, os locais esportivos ficam ainda mais vulneráveis ás infestações, principalmente se houver água parada nas redondezas.


    Comparativo alcance visual entre o ser humano e o inseto Fonte: Dados produzidos pelo o autor (2017)

    Como o pico da visão do inseto é o espectro ultravioleta na faixa de 365 nanômetros, (UV-A) devemos evitar o uso de fontes fluorescentes, vapor de mercúrio e vapor metálico que emitem radiação neste espectro.

    A luz é invisível, mas a fonte não. O brilho da luz de uma fonte é um grande atrativo ao inseto, portanto a utilização de uma luminária correta atenuará o seu poder de atração.

    O cut-off da luminária acaba sendo um item de extrema importância na especificação da iluminação. Se a fonte for posicionada adequadamente e totalmente dentro da luminária, podemos diminuir a fototaxia. O Full cut-off de uma luminária consiste em uma caixa onde não é possível ver a fonte de luz à distância, e a lampada fica totalmente inserida dentro da luminária, evitando tanto o ofuscamento quanto a atração de espécimes animais.

    Como os insetos não tem uma boa percepção ao espectro da luz vermelha, quanto mais próximo ao vermelho for o espectro de luz da fonte, menos o inseto vai enxergar (luz quente). As fontes de luz quente, abaixo de 2.700 Kelvins ou de luz âmbar são as mais adequadas para iluminar o ambiente noturno em paisagens próximas aos assentamentos humanos.

    Contrate sempre um arquiteto com formação de especialista em iluminação, com certeza você terá melhores resultados. Luz é um aspecto muito importante da vida cotidiana, inclusive ela influencia a sua saúde.

    Fonte: construliga.com.br

  • “Existe risco de mais desabamentos em prédios”, diz presidente do Crea

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    A presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), Fátima Có, diz que existe o risco de desabamento em outros prédios da capital do país, a exemplo do ocorrido no Bloco C da 210 Norte nesse domingo (4/2). Os moradores do condomínio tiveram cerca de 25 carros destruídos. “Há uma recomendação para que a manutenção seja feita nos edifícios, mas isso ainda não é uma lei. Por isso, existe o risco, sim”, afirma.

    Segundo Fátima, o processo envolve, por exemplo, a impermeabilização correta e a verificação da existência de ferrugem na estrutura da laje das construções. Um dado nacional serve de alerta, ainda de acordo com a presidente do Crea: seis em cada 10 desabamentos ocorrem por falta de manutenção dos prédios.

    Depois que o prédio completa 25 anos, recomenda-se que os possíveis reparos sejam feitos de cinco em cinco anos. Se for constatado problema grave na estrutura, é recomendado realizar manutenção anualmente. “Por isso, os condôminos devem ficar bem atentos”, ressalta Fátima.

    Engenheiro civil especializado em patologia e professor da Universidade de Brasília (UnB), Dickran Berberian alerta que prédios com mais de cinco anos já devem ser inspecionados e, se necessário, ter a manutenção feita . “Qualquer rachadura ou desgaste na estrutura deve ser investigado”, acrescenta.

  • Manutenção de viaduto que caiu em Brasília é falha, diz engenheiro

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    O engenheiro Bruno Contarini disse hoje (7) que a manutenção está muito falha no viaduto que caiu ontem (6), no Eixo Rodoviário de Brasília, na área central da cidade. Ele foi o projetista da obra – executada no fim dos anos 50 – e integrante da equipe do arquiteto Oscar Niemeyer.

    Horas depois do acidente desta terça-feira, Contarini avaliou, no Rio de Janeiro, as imagens do local enviadas pela internet. Ele virá à capital federal hoje para vistoriar essa e outras obras com as autoridades do Governo do Distrito Federal.

    “Acabo de fazer a recuperação do Elevado do Joá, são obras antigas, sempre há problemas de manutenção e tem que estar em cima”, disse ele, que também foi o projetista desse elevado no Rio de Janeiro, do Teatro Nacional de Brasília, da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília, e executor da Ponte Rio-Niterói.

    Baixa umidade de Brasília ajuda a preservar obras

    O engenheiro, membro do Comitê Internacional de Estruturas de Concreto Armado, explicou que, diferente do Rio de Janeiro, Brasília é um lugar com baixa umidade e isso facilita a preservação das obras. “Mas, [elas] não podem ficar sem manutenção o tempo todo”, ressaltou durante entrevista ao Programa Revista Brasil, da Rádio Nacional de Brasília, da EBC.

    O Elevado do Joá, segundo Contarini, apresentou um problema de corrosão em uma das estruturas, e todas elas passaram por manutenção. Ele contou também que a Ponte Rio-Niterói tem uma equipe para fazer sua vistoria e manutenção regular.

    Segundo o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal, Henrique Ludovice, já foram investidos R$ 67,7 milhões em restaurações de viadutos, como na Rodoviária do Plano Piloto e perto das vias S2 e N2, no centro de Brasília.

    “Esse viaduto [que desabou] tinha previsão [orçamentária], havia projeto da Novacap em 2014 e isso não foi viabilizado”, observou, explicando que também havia outras obras prioritárias.

  • Como e por que um prédio desaba

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    Como em um acidente aéreo, os fatores que levam um prédio a desabar são múltiplos. A engenharia tem técnicas e práticas para dar margem de segurança a uma construção. Assim, uma falha pode ser compensada por fundações e estruturas bem projetadas e bem executadas. E a edificação fica de pé. Quando erros se acumulam, no entanto, a tragédia espreita.

    Foi o que aconteceu no Centro do Rio de Janeiro, quando o Edifício Liberdade, de vinte andares, ruiu e levou abaixo dois prédios vizinhos – um sobrado de quatro andares e o Edifício Colombo, de dez andares.

    Especialistas ouvidos pelo site de VEJA apontam três fatores que contribuíram para a tragédia: obras irregulares, falta de manutenção e um terreno frágil. “O desabamento de um prédio é algo excepcional. É preciso que haja um conjunto de fatores para que isso ocorra”, diz Paulo de Mattos Pimenta, professor do Departamento de Estruturas e Geotécnica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

    Dois andares do Edifício Liberdade passavam por obras. Uma delas, no 3º piso, começou há seis meses. Ali, segundo relatos dos funcionários, foram retiradas todos os pilares e paredes. As reformas não tinham registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ).

    Os pilares e as vigas são as estruturas de sustentação mais importantes de um prédio e não podem ser retiradas em hipótese alguma. As paredes, muitas vezes, têm também uma função estrutural. Por isso, quando se vai fazer uma reforma, é fundamental verificar a planta do local e medir o risco da intervenção. “Há paredes com função portante, ou seja, que ajudam a sustentar o prédio. Elas não podem ser retiradas”, diz o engenheiro e professor da Universidade de Brasília (UnB) Dikran Berberian.

    Além disso, é preciso levar em consideração que o Edifício Liberdade foi construído na década de 1940. Desde então, deveria ter passado por sete vistorias minuciosas para manutenção: a recomendação técnica é fazer o acompanhamento a cada dez anos, no mínimo.

    As autoridades ainda não sabem se os procedimentos, que são responsabilidade da administração do condomínio, estavam em dia. Mattos Pimenta, da USP, acredita que as estruturas do prédio estavam em um processo de corrosão que passou despercebido pelos ocupantes do edifício. “A manutenção identificaria um problema como esse”, diz o professor. Com esse risco latente, qualquer alteração na estrutura é problemática. “No Brasil, constrói-se muito bem, mas as pessoas esquecem que obra precisa de manutenção”, afirma Berberian, da UnB. Há de se considerar ainda que o prédio foi construído sobre uma área aterrada, onde, até o século XVII, havia uma lagoa. Construções em terrenos frágeis – arenosos ou moles – exigem fundações mais profundas e sólidas.

    Como uma implosão – O Edifício Liberdade desmoronou como um castelo de cartas e os destroços que caíram da parte mais alta – que colapsou sobre os andares mais baixos – derrubaram os dois prédios vizinhos. Esse tipo de queda geralmente acontece quando o incidente é causado por problemas estruturais. “É como se o prédio estivesse sendo implodido”, explica o professor da USP Mattos Pimenta. Já problemas nas fundações – as sustentações que ficam debaixo da terra – fazem com que a edificação tombe, ou seja, caia para os lados, para frente ou para trás. No Rio de Janeiro, o trabalho da perícia só começará quando forem concluídas as buscas por vítimas.

    A Polícia Civil abriu inquérito e o delegado titular da 5ª Delegacia de Polícia, de Mem de Sá, Alcides Pereira, está ouvindo as testemunhas. As autoridades buscam agora explicações para o incidente. Espera-se que tragam também uma lição para que tragédias como essa não se repitam.

  • Falta de manutenção de prédios aumenta risco de desabamentos

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    Há quatro anos atrás, durante reparo na estrutura do Edifício Versailles, em fortaleza, uma varanda desabou, deixando um homem morto. Os irmãos José Raimundo e Juvaní do Nascimento, que trabalhavam na reforma, ficaram feridos. Inspeção na estrutura foi realizada e o prédio foi interditado.

    O acidente poderia ter sido evitado caso manutenção mais complexa tivesse sido feita no prédio. De acordo com o coronel Ricardo Rodrigues, chefe de Comunicação dos Bombeiros, laudo produzido pouco antes do acidente indicou fissuras causadas por infiltração.

    A norma 16-280/2014 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda que, em um condomínio, antes de ser feita reforma na estrutura geral ou nos apartamentos, deve ser contratado engenheiro ou arquiteto que elabore plano detalhado da intervenção e entregue ao síndico.

    Para os moradores, a dica para garantir a própria segurança é, além de participar ativamente das reuniões com o síndico, fiscalizar qualquer tipo de reforma no local. “Claro que, se for fazer uma pintura, não precisa (de documentação que regularize a obra). Mas, se for mexer na estrutura, sim”, esclarece a vice-presidente de Condomínio do Sindicato da Habitação (Secovi), Lílian Gonçalves.

    Falhas visíveis

    Mesmo que o morador não seja especialista, ele pode detectar situações que ponham em risco a integridade física do condomínio. Uma fissura na parede, por exemplo, “significa que a patologia já existe”, alerta o coronel Ricardo Rodrigues. “E isso é de responsabilidade do gestor (síndico)”, frisa. Ele diz ainda que a periodicidade de manutenção da estrutura vai depender da localização e da idade do prédio.

    O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE), Victor Frota Pinto, explica que, no caso do desabamento da varanda, a necessidade de manutenção era urgente, mas foi negligenciada. Ele reforça que a Prefeitura de Fortaleza deve regularizar a inspeção preventiva prevista em lei. “A grande maioria dos prédios de Fortaleza não tem manutenção adequada. Se permanecer essa cultura, sinistros desse tipo vão acontecer com muita frequência”, cobra.

     

  • Empresa vende casas pré-fabricadas que produzem sua própria energia

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    Com os altos preços cobrados pela energia, a tendência é de que, no futuro, todas as casas sejam capazes de gerar sua própria eletricidade de maneira limpa. Mas, não é necessário esperar muito por isso. A popularização das tecnologias permite que isso já seja possível hoje. O negócio é tão promissor, que a empresa norte-americana Deltec se especializou na construção de casas pré-fabricadas autossustentáveis energeticamente.

    A linha, chamada de Renew Collection, se diferencia também por seu preço. Mesmo sendo construída dentro de padrões da arquitetura bioclimática e equipada com tecnologias de produção individual de energia renovável, ela não custa mais do que os modelos tradicionais. Pelo contrário. A companhia tem modelos que custam menos de US$ 100 mil a estrutura sem acabamento.

    Outro benefício é a rapidez com que as casas são construídas. Após o cliente escolher entre os nove modelos disponíveis, são necessários apenas alguns dias para que a casa seja entregue. O padrão ainda tem pouca quantidade de resíduos de obra descartados e possui baixo impacto ambiental.

    As casas são equipadas com placas fotovoltaicas e sistema de aquecimento solar para água. Além disso, o desenho solar passivo aproveita mais a luminosidade natural, ao mesmo tempo em que reduz os gastos com calefação. Esses cuidados permitem que essas residências funcionem usando 2/3 menos energia do que as casas tradicionais.

    O modelo mais barato da coleção sai por 75 mil dólares (sem acabamento). A empresa explica que o valor do metro quadrado varia de US$ 150 a US$ 200. Portanto, o valor final depende da área da residência e da quantidade de energia necessária para o seu abastecimento. Apesar de estar disponíveis apenas para construções nos EUA, essa é mais uma prova de que é possível construir de maneira sustentável, com alta tecnologia e preço justo.

    Fonte: Ciclo Vivo

  • Vendas de materiais de construção podem crescer até 2% em 2018

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    Embora o ano passado tenha fechado com resultado negativo de 4%, associação que reúne fabricantes de materiais acredita na recuperação da demanda na construção civil

    O faturamento das vendas nacionais de materiais de construção em 2017 foi 4% menor do que no ano anterior. Para 2018, no entanto, a Associação Brasileira das Industriais dos Materiais de Construção (Abramat) projeta uma recuperação do setor e um crescimento de 1% a 2%.

    “A expectativa de um ano de crescimento do comércio e início de recuperação do mercado de edificações e de infraestrutura nos faz prever que em 2018, após 4 anos, o setor volte a crescer”, afirma o presidente da Abramat, Walter Cover. A expectativa é que o crescimento seja estimulado por uma inflação anual de 2,95%, juros baixos, maior oferta de emprego e demanda por obras de infraestrutura.

  • Quais são as tendências da engenharia civil para 2018?

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    Creditos da foto: Gustavo Martins

    Diante das crises nos anos anteriores, o segmento da construção se viu com problemas e, então, passou a focar na redução de custos e na melhoria da rentabilidade. Com perspectivas positivas para 2018, a tendência é de que o mercado invista ainda mais em soluções tecnológicas e a cultura de inovação se consolide na engenharia civil.

    Neste novo cenário do setor, são as empresas que têm a capacidade de se adaptar e antecipar tendências que serão altamente competitivas no mercado. Já podemos dizer que as dificuldades que o setor enfrentou nos últimos anos começam a ficar para trás, gerando grandes expectativas de recuperação.

    Para que você possa vislumbrar os rumos do setor em 2018, reunimos, neste artigo, uma série de tendências da engenharia civil. A maioria delas assimila a tecnologia para a resolução de problemas de gerenciamento em prol de decisões mais coerentes. Continue a leitura e saiba mais!

    Retomada de crescimento

    O Índice de Confiança da Construção (ICST) avançou 1,4 pontos em setembro de 2017, chegando a 77,5 pontos. Essa é a quarta alta consecutiva no indicador, que é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com a confiança em alta, o cenário futuro se mostra otimista.

    Outro indicador importante que demonstra uma perspectiva mais otimista é a taxa de utilização da capacidade instalada da indústria de construção, que cresceu 0,3 pontos e chega a 62,1%. Este índice mensura a ociosidade no setor, que está em queda.

    A indústria de engenharia civil também tem seu próprio Produto Interno Bruto (PIB). Esse número encolheu nos últimos anos, e ainda tem previsão de queda para 2017. Entretanto, a expectativa é de crescimento para 2018, de acordo com a Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC).

    O motivo é o seguinte: a taxa Selic deve acumular redução de 7,5% até dezembro e estimular investimentos no mercado imobiliário. Sem contar que o governo deve retomar as Parcerias Público-Privadas (PPP), que devem injetar R$ 11 bilhões em obras de infraestrutura pública. Um montante tão grande influencia o mercado muito positivamente.

    Serviços agregados

    Em um cenário de desafios ao crescimento e à rentabilidade dos empreendimentos, a oferta de serviços agregados pode fazer toda a diferença no faturamento das empresas do setor de engenharia civil.

    O objetivo é atrair novos clientes e fidelizar os atuais. Esses serviços podem vir na forma de entregas sem custo (no varejo), treinamentos, dicas de construção e reforma, parcerias com outras corporações, etc. Em 2018, a tendência do mercado é aumentar o uso dessa prática.

    Capacitação da mão de obra

    A falta de mão de obra qualificada é um dos grandes gargalos do setor de engenharia civil e construção. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a CBIC,  3 em cada 4 empresas atuantes nesse mercado enfrentam esse problema.

    O segmento tem deficiências na capacitação de pessoal em todos os níveis. De acordo com um estudo da Firjan, desde operários, técnicos em construção e encarregados até engenheiros e arquitetos precisam de aprimoramento.

    Tendências da engenharia civil 2018 - Capacitação da mão de obra

    Além disso, o mesmo estudo aponta como tendência a realização de ações de capacitação em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), práticas modernas de gestão, métodos racionalizados, industrializados e inovadores de construção, e uso de novos materiais.

    Outra tendência é a expansão da Educação à Distância (EaD) e a abertura da indústria para esse método. Organizações dos mais variados portes podem recorrer a capacitações sem a necessidade de deslocamento até uma unidade de ensino.

    Smart cities

    As smart cities (cidades inteligentes) são uma tendência para o convívio em sociedade no futuro. Esse novo conceito de urbe demanda sistemas mais eficazes de distribuição de energia, água e telecomunicações, além de tratamento de resíduos.

    A engenharia civil pode contribuir para isso ao lançar mão de projetos de eficiência energética, de uso sustentável de recursos naturais e de automatização de serviços. Já existem muitas empresas investindo na implementação desses sistemas e, em 2018, a expectativa é de que essa prática ganhe ainda mais adeptos.

    Construção enxuta

    A construção enxuta é baseada no conceito “just in time”, já famoso em outros tipos de indústria. A ideia é que nada deve ser encaminhado à produção, transportado ou comprado antes do momento ideal.

    Outras ações importantes são o corte de processos que não agreguem valor às obras, o controle do ritmo produtivo (para sua manutenção) e o monitoramento de procedimentos para a realização eficiente do trabalho.

    Novas tecnologias: as principais tendências da engenharia civil

    Inovação é a palavra-chave do setor de engenharia civil há algum tempo. Em 2018, ela será o grande paradigma para quem trabalha no segmento. Novas tecnologias, novos processos e novos métodos de execução serão bastante populares no ano que vem.

    Uma das novidades é a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT). Ela tem se mostrado muito eficiente no canteiro de obras, quando usada para rastrear equipamentos e funcionários, conduzir drones e fazer combinações com o business intelligence, coletando dados que podem ser acompanhados em tempo real.

    Outras inovações estão em processo de desenvolvimento ou já fazem parte de iniciativas de algumas empresas. Veja alguns exemplos:

      • Tijolos inteligentes: são tijolos modulares e ecológicos. Eficazes, baratos e sustentáveis, quando feitos com material reciclável.
      • Drones: os veículos aéreos não tripulados podem ser usados para fornecer imagens aéreas do canteiro de obras, além de serem úteis para o levantamento topográfico e a construção de modelos 3D de edifícios.
      • Impressão 3D: a impressão tridimensional é utilizada no desenvolvimento de projetos na área de construção, principalmente no estudo de aproveitamento de materiais recicláveis.
      • Sensores para os mais diversos tipos de análise: podem ser usados para monitorar equipamentos no canteiro de obras, a fim de prevenir panes, e no controle de situações que afetem a segurança do trabalho.
      • Sistemas informatizados: o uso de estruturas organizadas e coordenadas entre si facilitará o planejamento, a gestão e a integração de projetos, além de promover a especialização na cadeia produtiva (insumos, materiais e serviços).
      • Dispositivos móveis e softwares de gestão: a introdução de dispositivos móveis na rotina do canteiro de obras tende a aumentar nos próximos anos. Com esse recurso, é possível controlar variáveis da construção por meio de dados e, assim, obter menos falhas e maior segurança de informações.
      • Modularização: a fabricação de elementos estruturais fora do canteiro de obras também tende a crescer. Essa forma de construção permite otimizar os processos na construtora e acelerar as etapas do empreendimento.

    Desafios e dificuldades a se enfrentar

    O cenário econômico, até aqui, tem sido bastante desfavorável para o setor de construção. No entanto, como vimos, o mercado começa a dar sinais de melhora e apresenta um cenário de otimismo em relação ao futuro.

    As tendências da engenharia civil para 2018 comprovam que o caminho para o sucesso é difícil, mas que a retomada do setor é uma realidade muito próxima para quem não deixar de investir em métodos modernos e eficientes.