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  • Indústria da construção deve crescer 2% em 2018

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    A indústria de construção deve crescer 2% em 2018, amparado em uma possível redução dos estoques de imóveis e distratos e nas obras de infraestrutura e das unidades contratadas dentro do Minha Casa Minha Vida, estimou nesta quinta-feira o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

    A estimativa também leva em conta a tendência de ampliação do crédito imobiliário por agentes financeiros, tendo em vista aspectos macroeconômicos favoráveis, como inflação baixa e queda no juro real. A entidade pondera, contudo, que o cenário traçado para 2018 está sujeito às incertezas políticas e ao quadro fiscal preocupante no país.

  • Confiança da construção sobe 1,1 ponto em novembro, diz FGV

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    O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,1 ponto na passagem de outubro para novembro, para 79,1 pontos.

    O indicador teve o sexto resultado positivo consecutivo. “Em novembro, vale destacar que a percepção das empresas em relação à carteira de contratos teve forte avanço. Também houve aumento nas assinalações de contratações de mão de obra nos próximos meses – o indicador registrou a terceira alta consecutiva, atingindo o maior patamar desde dezembro de 2014”, avaliou Ana Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

    Em novembro, o Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 3 pontos, para 69,2 pontos, sob influência do item situação atual da carteira de contratos, que cresceu 4,2 pontos, para 67,8 pontos.

    Já o Índice de Expectativas (IE-CST) recuou 0,8 ponto, para 89,4 pontos, após cinco meses de altas consecutivas. O item que mais contribuiu negativamente foi a demanda para os três meses seguintes, com queda de 2,1 pontos, para 88,2 pontos.

    “O avanço não foi grande, o Índice de Situação Atual ainda se encontra distante de sua média histórica, mas estes resultados representam uma sinalização importante de melhora da atividade da construção nos últimos meses do ano, o que, por sua vez, traz perspectivas mais positivas para o setor em 2018”, acrescentou a coordenadora do Ibre/FGV.

    Com a alta do ISA-CST e a queda do IE-CST em novembro, a diferença entre os dois indicadores diminuiu para 20,2 pontos, a menor distância desde janeiro de 2017. A forte subida do ISA-CST decorreu da melhora do cenário atual dos três grandes segmentos: em Edificações, que subiu 3 pontos; Obras de Infraestrutura, 2,8 pontos; e Serviços Especializados, 1,5 ponto.

    Em apenas três meses, o ISA do segmento de Edificações subiu 6,8 pontos. Na comparação anual, este segmento também é o que apresenta melhor resultado.

    “Há uma grande expectativa de retomada dos investimentos em infraestrutura, fortalecida pelos leilões realizados ao longo do ano. No entanto, os investimentos ainda irão demorar a repercutir na atividade. Por outro lado, o segmento de edificações tem uma capacidade de impactar mais rapidamente”, observou Ana Castelo, na nota.

    O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor diminuiu 1,6 ponto porcentual, alcançando 63,8% em novembro. A edição de novembro coletou informações de 691 empresas entre os dias 01 e 23 do mês.

  • MedSenior – Projeto com excelência em gestão de Obra

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    Na matéria de hoje vamos conhecer um dos últimos projetos entregues pela Lattufe, a nova unidade do MedSenior na Serra. O engenheiro responsável, Rogério Lattufe, nos conta sobre todo o processo de gerenciamento de obras desempenhado e das dificuldades do processo.
    Como foi o processo de gerenciamento do projeto do Med Senior?
    Vários são os itens que podem deixar a construção mais cara, mas o gerenciamento de obras é um bom aliado para gerar economia. Entre os itens que podem encarecer estão os atrasos, bitributação e riscos na contratação. Para que fosse alcançada a maior economia possivel, a Lattufe fez todo o gerenciamento da obra até a entrega. Um bom gerenciamento é crucial para que a execução de atividades atendam todos os requisitos, como custo e qualidade de acordo com o cronograma planejado. Por isso, o gerenciamento de obras é diretamente ligado à estratégia produtiva da Lattufe. O gerenciamento passa pelos campos arquitetônico, de estruturas, de instalações elétricas e coordena cada uma dessas partes para que elas sejam cumpridas seguindo uma sequência lógica.
    Dificuldades durante a execução desta obra?
    Tivemos alguns problemas com fornecedores e mão de obra. Hoje o mercado carece de boas empresas prestadoras dos serviços os quais a Lattufe necessita durante todo o processo da obra.
    Caracteristicas da obra que destacam o bom trabalho da Lattufe?
    A Lattufe é prestadora de serviços de engenharia com atuação no mercado de serviços públicos e privados. Conta com grandes clientes em seu portfólio e obras executadas em diversos estados do país. O que sugere que temos um vasto portfólio de trabalho e garantias de uma boa gestão, segurança, transparência e qualidade! 
    Confira algumas fotos da obra entregue.
     
     
  • Andaime tubular melhora a produtividade da obra

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    Indicado para executar trabalhos em lugares elevados, o andaime é um dos equipamentos mais utilizados na construção civil. Atualmente, além dos ultrapassados modelos feitos em madeira, esta disponível no mercado o andaime tubular.

    Entre as principais características do produto estão:

    – Simples manuseio;

    РFacilidade na montagem e desmontagem (pois as pe̤as ṣo modulares);

    – Fácil armazenagem (em apenas 3 m² é possível acomodar até 240 peças de andaimes);

    – Possibilidade de ser reutilizado diversas vezes.

    O andaime tubular deve ser montado conforme orientação do engenheiro da obra, seguindo manual fornecido pelo locador ou fabricante. O equipamento consiste em peças tubulares encaixadas ou rosqueadas umas nas outras, e é preciso haver um perfeito travamento junto à estrutura da obra. Fora isso, todo andaime deve ter proteções laterais para evitar quedas de alturas.

    Produtividade

    Quando se trata de produtividade, ao compararmos um andaime tubular, previamente estudado e concebido de acordo com um bom projeto de engenharia e personalizado em conformidade com as necessidades da obra, o ganho que se tem pode ser oito vezes maior.

    Andaime tubular melhora a produtividade da obra (Foto: Divulgação)

    Tempo de montagem

    Em relação ao tempo de execução da construção com o andaime metálico, estima-se que ele seja entre seis e dez vezes menor na comparação com o de madeira.

    Por oferecerem mais segurança e versatilidade, os andaimes metálicos podem ser montados e desmontados com menor tempo e têm vida útil muito maior que a da madeira.

    Segurança

    O andaime metálico é fundamental para o compromisso com a segurança da obra e dos operários envolvidos em sua execução. Ao contrário dele as peças em madeira (vigotas, tábuas e pontaletes) são difíceis de serem inspecionadas, sobretudo depois de muito tempo de uso. E sua estrutura interna pode estar comprometida sem que os usuários percebam. Os especialistas dizem, ainda, que os produtos de madeira têm pouca resistência nas ligações e emendas e grandes deformações quando submetidos a variadas e bruscas mudanças de temperatura e umidade.

    Sustentabilidade

    Além de todas as vantagens do andaime metálico, ele também respeita o meio ambiente já que não há retirada de madeira da natureza e também não oferece dificuldade em administrar e controlar os resíduos (sobras e aparas de madeira) gerados no processo. No fim de sua vida útil o metal pode ainda ser reciclado inúmeras vezes.

     

    Fonte: G1

  • ABNT cria norma técnica de elaboração de orçamento para obras de infraestrutura

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    A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) colocou em Consulta Nacional até o dia 16 de outubro o projeto das quatro partes da NBR 16633 – Elaboração de Orçamento e Formação de Preço para Obras de Infraestrutura. O objetivo da Comissão de Estudo Especial de Elaboração de Orçamentos e Formação de Preços de Empreendimentos de Infraestrutura (ABNT/CEE-162) foi facilitar o cálculo de custos no setor de arquitetura e engenharia consultiva.

    Os textos contam com referências, cálculos de orçamentos e formação de preços de serviços. “A norma define critérios e procedimentos para que as empresas de arquitetura e engenharia consultiva possam formar preços adequados para a remuneração dos serviços, tendo como premissa básica viabilizar a execução de trabalhos segundo a boa prática do setor, com a manutenção das condições técnicas e de atualização tecnológica, estruturais e financeiras das empresas, assim como das perspectivas de evolução e progresso”, comentou o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco/SP), Carlos Roberto Soares Mingione.

    As quatro partes da NBR 16633 são: Terminologia; Procedimentos Gerais; Elaboração de Projetos e Gestão de Obras; e Execução de Obras de Infraestrutura. Após o término da consulta pública, a ABNT irá analisar todas as sugestões recebidas para melhorias no texto, se necessário. “Esperamos, também, que com a aprovação da norma sejam minimizadas as frequentes divergências de interpretações e de critérios adotados na composição de preços elaboradas por contratantes e licitantes ou contratados”, finaliza Mingione.

    Fonte: Abrasfe
  • Cinco materiais sustentáveis que podem mudar a construção civil

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    Com o aumento da população global, também cresce a necessidade de acomodação. No entanto, os métodos atuais de construção são insustentáveis, produzindo grandes quantidades de CO2, tanto durante a construção e durante toda a vida útil de um edifício. Felizmente, a sustentabilidade está se tornando uma prioridade para os desenvolvedores, e com muitas inovações interessantes acontecendo na indústria da construção civil, abordar de forma sustentável as necessidades de alojamento global parece possível. Aqui está cinco materiais que podem ajudar:

    1. Tijolos de lã

    Desenvolvido por pesquisadores espanhóis e escoceses com o objetivo de “obter um composto que fosse mais sustentável, não-tóxico, usando materiais locais abundantes que iriam melhorar mecanicamente a “força” dos tijolos , esses tijolos de lã são exatamente o que o nome sugere. Simplesmente adicionando lã e um polímero natural encontrado em algas para a argila do tijolo, o torna 37% mais forte do que outros tijolos, e mais resistente ao clima frio e úmido encontrado frequentemente no Reino Unido. Eles também secam rápido, reduzindo a energia incorporada já que eles não precisam de ser aquecidos como tijolos tradicionais.

    2. Telhas Solares

    Telhas convencionais são ou extraídas do solo ou feitas de concreto ou barro – todos os métodos que utilizam muita de energia. Uma vez instaladas, os que existem apenas proteger uma construção contra os elementos apesar do fato de que eles passam uma grande parte do diabsorvendo energia de sol. Com isto em mente, muitas empresas estão agoradesenvolvendo telhas solares. Diferente da maioria das unidades solares, que são fixadas no topo do telhado existente, telhas solares são totalmente integradas ao edifício, protegendo-a das intempéries e gerando energia para seus habitantes.

    3. Concreto Sustentável

    Enquanto 95% das emissões de CO2 de um edifício são o resultado da energia consumida durante a sua vida, há muito que pode ser feito para reduzir esses 5% associados à construção. Concreto é um lugar ideal para começar, em parte porque quase todos os prédioso utilizam, mas principalmente devido ao fato de que o concreto é responsável por um escalonamento de 7-10% das emissões globais de CO2 . Formas mais sustentáveis de concreto existem, utilizando materiais reciclados na mistura.Vidro triturado pode ser adicionado,assim como lascas de madeira ou escórias – um subproduto do fabrico do aço. Enquanto essas mudanças não transformam radicalmente o concreto, simplesmente usar um material que de outra forma teria ido para o lixo, as emissões de CO2 associadas como concreto são reduzidas.

    4. Isolamento de papel

    Feita a partir de jornais reciclados e papelão, isolamento à base de papel é uma alternativa superior às espumas químicas. Ambos resistentes a insetos e retardador de fogo, graças à inclusão de bórax, ácido bórico, e carbonato de cálcio (todos materiais completamente naturais que não têm associações com problemas de saúde), o isolamento de papel pode ser inserido nas cavidades das paredes, enchendo cada rachadura e criando um projeto quase sem vãos-livres.

    5. Janelas de vidros triplos

    Na verdade, “janelas super-eficientes” descreveriam melhor este material de construção. As três camadas de vidro fazem um trabalho melhor dereter o calor no prédio, com caixilhos totalmente isolados contribuindo ainda mais. Na maioria das janelas de vidro duplo, o gás argônio é injetado entre cada camada de vidro para ajudar isolamento, mas nestas janelas super-eficientes, o criptônio – um melhor, mas mais caro isolante – é usado. Além disso, revestimentos de baixa emissão são aplicados ao vidro, evitando ainda a fuga de calor.

    Um edifício que combinasse todos os cinco métodos seria uma opção admirávelmente sustentável para a habitação. Enquanto a indústria da construção tende a progredir em um ritmo lento, a importância da sustentabilidade é uma questão de importante e que é só tende a aumentar. Com materiais de construção sustentáveis já plenamente desenvolvidos cabe agora aos consumidores exigir ativamente seu uso e que os planejadores da constrção respondam a essa demanda.

  • Inovação na construção civil: 8 novidades que você precisa conhecer

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    Novas técnicas e tecnologias ajudam a ganhar qualidade e rapidez nas construções e, por outro lado, reduzir custos. Para manter a competitividade, é preciso ficar de olho em tudo que diz respeito à inovação na construção civil, porque aquilo que era utilizado poucos anos atrás pode rapidamente se tornar inviável comercialmente.

    Veja a seguir 8 novidades que você precisa conhecer e que já estão ajudando empresas a economizar tempo e dinheiro na construção civil:

    1. Impressão 3D

    inovação na construção civil: impressão 3D

    Casa construída com impressão 3D na China

    O uso de impressão 3D na construção civil já está presente em países como China e Estados Unidos. A tecnologia pode eliminar o desperdício de materiais nos canteiros de obra, aumentar a segurança do trabalhador e diminuir o tempo de construção. O custo da obra chega a ser dez vezes menor.

    A InovaHouse 3D, uma startup montada por estudantes da Universidade de Brasília, é uma das que está apostando nessa inovação na construção civil. O grupo diz que é possível construir casas de 50 m² por menos de R$ 30 mil.

    Já a Urban 3D, também brasileira, aposta em materiais sustentáveis. O primeiro produto desenvolvido por eles é um novo tipo de concreto feito de compostos recicláveis, que mantém as propriedades estruturais e custa cerca de 30% mais barato.

    Na China, onde a tecnologia já está bem avançada, uma empresa do setor garante que constrói dez casas em apenas 24 horas usando impressão 3D.

    2. Sensores vestíveis

    inovação na construção civil: sensores vestíveis

    Criação da Virginia Tech, nos EUA, monitora possível envenenamento por monóxido de carbono

    Mal acabou de chegar e a tecnologia vestível já está rendendo inovação na construção civil. Nos Estados Unidos, as companhias colocam sensores inteligentes nas roupas dos trabalhadores para obter ganhos em segurança. Nos capacetes, por exemplo, os sensores avisam se houve algum impacto. Já relógios de pulso monitoram a temperatura corporal e evitam exaustão térmica. Pelos arreios, é feito o controle do número de pessoas numa estrutura para que seja emitido um alerta em caso de queda súbita.

    3. Contrapiso autonivelante

    Estudado desde 2008, o contrapiso autonivelante, também chamado de autoadensável ou autoescoante, é ainda relativamente novo no Brasil. O material possui fluidez elevada quando comparado às argamassas convencionais. Seu uso acelera em cerca de 50% a execução do piso por pavimento e minimiza o estoque de agregados no canteiro, o que o torna mais funcional. Neste exemplo, o uso do autonivelante custou 10,31% a mais, mas levou apenas metade de um dia para a execução de uma laje de 450 m². No sistema convencional, o mesmo serviço teria demorado sete dias.

    4. Bioconcreto

    inovação na construção civil: bioconcretoBioconcreto em atividade

    Desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, o bioconcreto é um material capaz de regenerar suas próprias rachaduras. Parece mágica, mas a resposta está na natureza. A superbactéria Bacillus pseudofirmus é adicionada à mistura de concreto e só fica ativa quando entra em contato com água e oxigênio.

    Quando as fissuras do concreto começam a surgir, as bactérias eclodem, se alimentam de lactato e, através de reações químicas, o calcário é formado e a estrutura começa a se regenerar. Ficou curioso? Entenda melhor neste post como funciona o bioconcreto.

    5. Gestão sustentável de água

    inovação na construção civil: gestão de água

    O uso de restritor de vazão faz parte da gestão sustentável

    A crise hídrica que afetou diversas partes do Brasil em 2015 mostra que é necessário se precaver. Mais que uma única inovação na construção civil, trata-se de um planejamento estrutural para que a obra seja toda pensada para reduzir o consumo de água.

    A instalação de válvulas que diminuem a pressão da água no edifício, restritores de vazão nas torneiras e sistemas para aproveitamento da chuva são algumas das possibilidades. Vasos sanitários com duas opções de descarga e mictórios sem uso de água também ajudam.

    Os ganhos podem ser de até 75% nas torneiras, de 80% nos vasos sanitários e 59% com a reutilização de água. O prédio do Sinduscon, na Bahia, utilizou a gestão sustentável de água na construção de sua nova sede. Veja os resultados.

    6. Rastreamento de ferramentas

    inovação na construção civil: rastreamento de ferramentas

    Muito comuns em lojas e supermercados, os leitores de código de barras ajudam a ter controle absoluto sobre as ferramentas no canteiro de obras. O desvio delas podem custar milhões às companhias e, além disso, causam acidentes se deixadas em locais impróprios.

    Cada ferramenta recebe um código de barras, que deve ser posicionado no leitor no começo e no fim do dia. Assim, o inventário eletrônico é mantido sempre atualizado e pode ser acessado a qualquer momento pelo administrador.

    7. Drones

    inovação na construção civil: uso de drones

    O uso de drones já é comum em diversas áreas e agora também como uma inovação na construção civil. Principalmente para monitorar canteiros de obras em áreas remotas ou altamente congestionadas.

    Com o uso de drones, é possível fazer mapeamento em 3D e avaliações do canteiro em tempo real? Os robôs automaticamente convertem os vídeos gravados em relatórios para os administradores. Desta maneira, possíveis riscos e atrasos são monitorados a todo instante.

    8. Comunicação Móvel em Projetos

    inovação na construção civil: Construct App

    Cerca de 80% das atividades de uma empresa de construção civil ocorrem no canteiro de obras, mas as decisões são tomadas no escritório, por isso a comunicação é fundamental para o sucesso nos projetos. No entanto, engenheiros e mestres de obras perdem muito tempo com e-mails, telefonemas e conversas de WhatsApp para identificar problemas e acompanhar a solução.

    A Comunicação Móvel em Projetos é um conjunto de melhores práticas de comunicação que envolvem equipes que colaboram a partir de múltiplos locais. Segundo o princípio, os problemas precisam ser rastreados e documentados em um único sistema – organizados e identificados em categorias que facilitem a geração de relatórios e a pesquisa de histórico de ocorrências no futuro. É essencial também que possam ser instantaneamente compartilhados com todos os envolvidos na obra para evitar a necessidade de mais e-mails.

    O Construct App é o primeiro aplicativo para comunicação segundo as melhores práticas da Comunicação Móvel em Projetos. A construtora Tecnisa, uma das maiores do Brasil, já utiliza o app há quase um ano – dentre outras melhorias, a empresa conseguiu otimizar em 5 horas o seu fluxo semanal de trabalho junto aos funcionários.

  • Pesquisa da CNI indica que otimismo do setor da construção civil aumentou

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    Apesar do ritmo lento de recuperação da economia, os empresários da construção civil estão otimistas em relação às perspectivas do setor para os próximos meses, mostra pesquisa divulgada hoje (28) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Pela primeira vez em três anos, todos os índices de expectativas dos empresários da construção superaram os 50 pontos, consolidando, de acordo com a CNI, o cenário positivo do setor.

    Construção civil
    Pela primeira vez em três anos, todos os índices de expectativas dos empresários da construção superaram os 50 pontos, de acordo com a CNI.Antônio Cruz/Agência Brasil

    Segundo a pesquisa Sondagem Indústria da Construção, em setembro, o índice de expectativa de nível de atividade ficou em 52,5 pontos; o de novos empreendimentos e serviços, 51,3 pontos; o de compra de insumos e matérias primas e o de número de empregados, em 50,6 pontos. Já o índice de confiança do empresário da indústria da construção subiu 3,1 pontos em relação ao mês anterior, chegando a 53,4 pontos. Os índices variam entre 0 a 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indicam expectativa de crescimento.

    Ainda conforme a pesquisa, os índice de evolução do nível de atividade da indústria da construção ficou em 46,7 pontos em agosto. Segundo a CNI, embora abaixo dos 50 pontos, o resultado é o maior para meses de agosto desde 2014. “Ou seja, o ritmo de queda da atividade está aos poucos se reduzindo”, diz o relatório da CNI.

    Outro indicador que ficou abaixo dos 50 pontos, foi o de evolução do número de empregados, que chegou a 45,8, em agosto. O resultado, no entanto, é 6,2 pontos superior ao registrado em agosto de 2016. “Como no caso do nível de atividade, o índice também é o maior desde 2014 e mostra crescimento contínuo na comparação interanual
    desde maio de 2016”, afirma a CNI.

    Investimentos

    Preocupado com as incertezas do país, os empresários da construção estão pouco otimistas para fazer investimentos. De acordo com a CNI, o índice de intenção de investimento do setor em 29,8, na escala que vai até 100. apesar de considerado “muito baixo”, é a segunda vez consecutiva que o indicador tem crescimento.

    A pesquisa ouviu representantes de 590 empresas, sendo 187 pequenas, 275 médias e 128 de grande porte, no período entre 1º e 15 de agosto.

    Fonte: Agência Brasil

  • Construção civil tem crescimento de vagas no segundo semestre

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    A construção civil criou vagas formais em julho depois de trinta e três meses seguidos demitindo mais do que contratando. É uma boa notícia para a economia, mas o setor ainda está longe da retomada de crescimento.

    “A gente percebe que já está havendo uma melhora. Muito pequena, mas está acontecendo. As pessoas estão começando a comprar mais que no ano passado e a gente está contratando essas pessoas porque a gente precisa começar essas novas obras”, diz o diretor financeiro e jurídico Marcos Bigucci, que está contratando e pretende fazer o lançamento de dois empreendimentos ainda em 2017.

    Cresce pouco
    Mas o número de vagas criadas ainda foi pequeno: 724 em todo o país.O desemprego sempre sobe bem mais depressa do que desce, segundo os economistas. Para ocorrer uma retomada mais consistente, a economia precisa dar sinais mais claros de que o terreno está sólido pra investimento.

    O professor do Insper Otto Nogami diz que é muito cedo para falar em retomada. “Estruturalmente essa crise destruiu nosso parque produtivo. Então quando pensamos em um  processo de retomada de crescimento de uma forma mais sustentável, isso nos leva em algo em torno de 2022.”

    Confira a matéria:

  • Engenheiros criam tijolos super-resistentes com o ‘solo’ de Marte

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    Estrutura é mais forte que concreto reforçado com aço e feita sem aditivos químicos. Ideia é que o material seja utilizado em viagens ao planeta.

    Com a compressão de um material que simula o solo de Marte, cientistas desenvolveram tijolos super-resistentes. A técnica, que não utiliza aditivos químicos ou cozimento em fornos, tem como resultado estruturas mais resistentes que concreto reforçado com aço e, segundo os pesquisadores, pode ser utilizada na fabricação de grandes estruturas em Marte. A descoberta, descrita nesta quinta-feira na revista Scientific Reports, é um passo importante na ida de astronautas ao planeta, prevista para acontecer até 2030. A ideia é que esses tijolos sejam empregados na construção de habitações e pistas de pouso para naves.

    Tijolos de Marte

    O estudo foi conduzido por engenheiros da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, e financiado pela Nasa. A equipe já vinha desenvolvendo o mesmo tipo de pesquisa com o solo lunar, até que em 2010, com o foco da agência espacial americana voltado à Marte, os cientistas deram início a experimentos com um material que simulava a composição do solo marciano.

    Inicialmente, os pesquisadores formaram tijolos com o produto que simula o solo marciano e usaram 6% de aditivos químicos, que funcionavam como liga na mistura do material (os tijolos comuns, que usamos em construções, têm até 15% de uma substância usada como liga). Essa quantidade foi diminuída aos poucos para verificar qual a menor porcentagem necessária para que o material não quebre. Para a surpresa dos pesquisadores, eles conseguiram retirar completamente os aditivos da composição dos tijolos, sem que ele apresentasse fissuras.

    Tijolos feitos como solo marciano

    Tijolos feitos como solo marciano (Jacobs School of Engineering/Universidade da Califórnia em San Diego/Divulgação)

    Para confeccionar o material, os cientistas colocaram o composto que imita o solo marciano em um tubo de borracha e aplicaram uma pressão, equivalente a soltar um martelo de 4,5 quilos caindo de uma altura de um metro. Como resultado, obtiveram uma resistente placa redonda, com 2,54 centímetros de altura. Essas estruturas resultantes da compressão podem ser cortadas em formatos de tijolos, semelhantes aos utilizados na construção civil.

    Os cientistas acreditam que as nanopartículas de óxido de ferro presentes na composição do solo de Marte, responsáveis pela cor avermelhada do planeta, é o que serve como liga para a estrutura. As partículas de ferro têm faces planas que se ligam facilmente umas às outras sob pressão. Como resultado, a estrutura criada pela equipe de pesquisadores apresentou uma barreira contra a penetração de gases semelhante à de rochas sólidas e uma resistência maior que a de concreto reforçado com aço. Os engenheiros acreditam que, se aplicada uma pressão maior, podem ser feitas estruturas ainda mais resistentes.

    Tijolos feitos como solo marciano

    Placa redonda feita com solo marciano (Jacobs School of Engineering/Universidade da Califórnia em San Diego/Divulgação)

    Construções marcianas

    A ideia dos astrônomos é que, para edificar uma estrutura em Marte, astronautas usem o material em um tipo de construção em camadas, como na impressão 3D. Com esse método, eles compactariam uma camada de solo em cima da outra e conseguiriam formar grandes estruturas  no planeta.

    A próxima etapa do estudo será desenvolver tijolos maiores e realizar testes de resistência com grandes estruturas. Um outro impasse a ser resolvido é a presença de perclorato, um sal tóxico a humanos, no solo de Marte, que poderia tornar o uso destes tijolos inviáveis.

    Fonte: Revista Veja