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  • Pintura a Cal vale a pena?

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    SAIBA TUDO SOBRE A PINTURA A CAL

    A caiação, nome que se dá à pintura feita à base de cal, alia baixo custo à beleza, durabilidade e ambiente saudável

    A cal exerce diferentes funções na construção civil, e o uso na pintura é uma delas. Com uma ótima relação custo-benefício, a cal pode ganhar diferentes cores com o acréscimo de pigmentos industrializados encontrados nas lojas de materiais de construção. O cal  se mostra uma boa opção paraclientes que não querem gastar muito na hora de pintar a casa, devido ao seu baixo custo.

    Adequada para aplicação em diversas superfícies, principalmente as mais porosas e de elevada aspereza (bloco de concreto, argamassa de revestimento, concreto aparente e de textura áspera), a cal tem completa aderência à superfície e boa manutenção da cor.

    A caiação é muito antiga e data da época em que as casas não eram rebocadas e nem pintadas. Por isso, por questões de higiene e saúde, era quase obrigatório utilizar este método, a fim de evitar o aparecimento e alastramento de bactérias e outros micróbios.

    Por ser um produto alcalino, combate fungos, germes e bactérias, o que evita a formação de manchas causadas por infiltrações e a deterioração precoce dos revestimentos.

    Como fazer?

    Misturado a 16 litros de água, um único saco de 8 quilos de cal para pintura permite a cobertura de uma área de 25 m² a 30 m², em duas demãos. Quanto menor a incidência de chuva na área pintada, maior a durabilidade do produto.

    Quando a composição química do produto é adequada, não é preciso adicionar fixador à mistura e permite a difusão de vapor d’água das superfícies (a “respiração” das paredes), sendo ótima solução para evitar o acúmulo de umidade.

    Há também um ensejo ambiental no uso do produto: além de ter origem natural, a cal de pintura é isenta de compostos orgânicos voláteis (COVs), – substâncias tóxicas presentes nas fórmulas das tintas industrializadas.

    Benefícios da cal para pintura

    • Baixo custo
    • Facilidade de preparação e aplicação
    • Combate a fungos e bactérias
    • Boa fixação, a parede pode ser lavada 10 dias após a aplicação

    Por seu apelo ambiental, a cal é muito procurada por profissionais que buscam uma solução sustentável, e de efeito diferenciado. Para aplicar em áreas já pintadas, basta preparar a superfície, com raspagem completa da pintura anterior e lixamento da parede.

    A cal para pintura deve ser a mais fina e pura do mercado, específica para esse uso. Um bom produto também deve atender aos exigentes critérios de qualidade certificada pela ISO 9001.

  • Confiança da construção no Brasil tem 4ª alta seguida em setembro

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    São Paulo – A confiança da construção do Brasil avançou pela quarta vez seguida em setembro, com melhora tanto da avaliação atual quanto das expectativas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

    O Índice de Confiança da Construção (ICST) brasileira registrou alta de 1,4 ponto e chegou a 77,5 pontos em setembro, com um caráter mais disseminado de melhora entre os segmentos, de acordo com a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo.

    Segundo ela, o destaque neste mês é a sexta alta seguida da confiança no segmento de Preparação de Terreno, um segmento antecedente do início de obras.

    “Pode significar um cenário menos negativo para as empresas da construção nesse segundo semestre”, avaliou ela em nota.

    Os dados da FGV mostram que o Índice de Expectativas (IE-CST) teve alta de 1,8 ponto, atingindo 89,2 pontos, com destaque para o indicador que mede a demanda para os três meses seguintes.

    Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 1,1 ponto, para 66,2 pontos, com alta nos dois quesitos que o compõem e com destaque para o indicador de percepção em relação à carteira de contratos.

    O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor avançou pelo terceiro mês consecutivo, subindo 3,5 pontos percentuais e atingindo 65,6 por cento em setembro.

    Em nota separada, a FGV informou também que o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC-M) avançou 0,14 por cento em setembro, desacelerando ante a alta de 0,4 por cento em agosto.

    Na sexta-feira, a FGV já havia informado que a confiança do consumidor em setembro avançou após três quedas seguidas, enquanto a prévia da confiança da indústria apontou o terceiro mês seguido de alta.

    A melhora nos diferentes setores aponta para a retomada da economia, com juros e inflação baixos incentivando o consumo, ainda que as incertezas políticas persistam.

    Fonte: EXAME

  • Energia eólica parceira da construção civil

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    O Brasil, segundo a International Energy Agency (IEA), é o país que mais produz eletricidade a partir de fontes de energia limpa e renovável, como hidrelétricas, usinas de biomassa e eólicas. Do total da eletricidade fornecida no país, 85,9% provém deste tipo de matriz energética. É mais do que a soma do que geram os outros países do BRIC (Brasil, Rússia, índia e China) e os Estados Unidos, que juntos produzem 65,8% de energia limpa.

    Dentro da matriz de eletricidade do Brasil, a energia eólica ocupa 0,8%. O país tem instalado 926 megawatts em 51 parques eólicos em operação, que vão desde o Piauí até o Rio Grande do Sul. O investimento neste tipo de fonte de energia está crescendo, ainda que lentamente. Em 2009, os ventos produziam 606 megawatts. Porém, leilões promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre 2009 e 2010, comercializaram mais 3,8 mil megawatts, com previsão de entrega até 2013.

    Segundo o estudo Sustentabilidade Ambiental no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país está atrasado na geração de energia eólica em relação a outras nações. “Até um tempo atrás, esse tipo de energia estava fora de pauta. Hoje é objeto de corrida internacional, e o Brasil está ainda bastante atrasado”, avalia o pesquisador Albino Alvarez, do Ipea. Para comparar, a Alemanha dispõe atualmente de 25.777 megawatts instalados. Os EUA, 35.159; a Espanha, 19.149; a China, 25.805, e a Índia, 10.926, segundo o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC).

    Só que o setor de energia eólica está ganhando um parceiro importante para disseminá-lo país afora. São as construtoras brasileiras. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (AbEEólica), as novas tecnologias de construção das torres – não mais em aço, mas em concreto – é que tem atraído o interesse da construção civil. Além disso, há outras aplicações no setor eólico ligadas à área da engenharia civil. Como as fundações para cada torre eólica.

    Solo fértil para o concreto

    Em fevereiro de 2011, a Eletrobras Eletrosul concluiu a décima base dos aerogeradores que formarão o parque 3 do Complexo Eólico Cerro Chato, em Sant’Ana do Livramento (RS). A fase é considerada um marco para as obras do empreendimento, que terá 90 megawatts de potência instalada e está dividido em três usinas. Iniciadas há 45 dias, as fundações já consumiram 5 mil m³ de concreto e 500 toneladas de aço – o suficiente para construir dez edifícios de 12 andares -, e mais cinco bases estão em construção.

    Segundo Pedro Perrelli, diretor-executivo da ABEEólica, as bases que sustentam as usinas eólicasrequerem, de fato, muito concreto. “Em alguns lugares, o terreno é arenoso e isso exige diferentes tecnologias. Para se ter uma ideia, da base ao centro do rotor são mais de 100 metros de altura. Cada hélice do rotor tem cumprimento  acima de 40 metros. Imagine o efeito alavanca que isso gera. Por isso, a fundação precisa estar muito bem concretada”, explica.

    Perrelli lembra que o mercado para o setor eólico no Brasil tem muito a crescer. Segundo ele, o primeiro passo é atualizar o atlas eólico do país. O mais recente, que mapeou as correntes de ar, saiu em 2001. “Ele está desatualizado tecnicamente, mas as duas regiões que mostram o maior potencial de geração elétrica por eólica são Sul e Nordeste. Mas é bom lembrar que só há cinco anos ela passou a ser explorada industrialmente no Brasil. Portanto, há muito por fazer no setor eólico”, diz.

    Uma das iniciativas da ABEEólica, junto ao Ministério de Ciência e Tecnologia e do Ministério de Minas e Energia, é que seja criado no Brasil um centro de pesquisa para que o país possa dominar toda a cadeia produtiva de energia eólica. A meta também é criar usinas adaptadas aos vários tipos de ventos que predominam nas regiões brasileiras. “A intenção é que este centro gere uma situação equivalente ao que a gente tem hoje com o carro flex. Você tem um vento no Brasil que tem características diferentes. Ele é um no Nordeste e outro no extremo sul. Por isso, requer pesquisa e investimento para que se possa usar todo o potencial de geração de energia dos ventos”, afirma Perrelli.

  • Caixa divulga novas ações para incentivar a construção

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    Na última quinta-feira (17), a Caixa Econômica Federal promoveu encontro com representantes da Associação Nacional de Comerciantes de Material de construção (ANAMACO), da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT), e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) para debate sobre ações de fortalecimento do varejo de materiais de construção. Durante o evento, realizado no campus da Universidade CAIXA de São Paulo, o banco divulgou mudanças no Construcard, linha de crédito para compra de material de construção, com objetivo de auxiliar e dar suporte ao crescimento do setor.

    A partir de setembro, os lojistas que fizerem transações com o cartão Construcard, concorrerão a diversos prêmios. A campanha promocional é realizada pela CAIXA e a CIELO, voltada para os varejistas do setor. Foram disponibilizados novos limites pré-aprovados para os clientes e a taxa de juros do produto foi reduzida. O crédito pode ser contratado com taxas a partir 1,98% a.m., dependendo do valor, das garantias, do prazo e do relacionamento com o banco. A CAIXA também anunciou que, até dezembro, será realizada uma ação piloto com o objetivo de testar modelo alternativo de comercialização do produto, em que o cliente poderá contratar o Construcard diretamente no lojista. O propósito é ampliar a conveniência para o cliente pessoa física, além de auxiliar o lojista na realização de negócios.

    Durante o evento, o diretor executivo de Produtos de Varejo da CAIXA, Humberto Magalhães, afirmou que “as discussões objetivaram ampliar a compreensão dos desafios e expectativas ligadas ao varejo de materiais de construção civil, setor fundamental ao desenvolvimento econômico do país”. Ressaltou ainda que “o que diferencia o Construcard das modalidades de crédito parcelado habituais, e implica em um incentivo diferenciado para o setor da construção civil, é que além do prazo alongando, o cliente tem o benefício de até seis meses para utilização, antes de iniciar a fase de amortização, permitindo mais tranquilidade a quem está construindo ou reformando”.

    O debate foi mediado pelo representante da FIESP, Mário Willian Esper, que destacou a importância do canal varejo para materiais de construção, tendo em vista que o setor recuperou as vendas nesse segmento em 5% em relação a 2016, e em relação a 2014 caiu apenas 6%, enquanto a arrecadação de ICMS caiu 20%. Para o presidente da ANAMACO, Cláudio Conz, depois de passar por dois dos piores anos de sua série histórica, o varejo de material de construção tem obtido bons resultados em 2017, e esses números têm sido influenciados diretamente por ações como o Construcard. “A reformulação dessa linha de financiamento trouxe ao nosso setor aquilo que faltava para estimular o consumidor brasileiro a continuar construindo e reformando. O cliente passou a receber o Construcard no ato da contratação do financiamento e já sai do banco com o cartão liberado para compras de qualquer produto do nosso setor. É pensando no todo que podemos ajudar o nosso país a seguir pelo caminho do desenvolvimento e o Construcard é definitivamente parte disso”, declarou.
    Construcard
    Aceito em uma ampla rede, composta por mais de 80 mil lojas em todo o Brasil, o cartão Construcard pode ser usado na compra de materiais de construção (como tijolos, esquadrias, pisos, telhas e tintas), até armários não removíveis, piscinas, elevadores, caixas-d’água, aquecedores solares, aerogeradores e equipamentos de energia fotovoltaica. Ao contratar o financiamento, o cliente recebe um cartão e tem até seis meses para realizar as compras e durante este período paga somente os juros dos valores que utilizar.

     

    O financiamento tem duas fases, utilização e amortização, e aceita diversas garantias (aval, alienação fiduciária de bem móvel, caução de depósito/aplicação financeira ou alienação fiduciária de bem imóvel), o que torna o crédito ainda mais acessível. O valor médio dos financiamentos é de R$ 15 mil e o limite varia de acordo com a capacidade de pagamento do cliente, não havendo valor máximo e o prazo para pagamento do financiamento pode chegar até 240 meses.

    Redação Original Capital News

  • Após 33 meses de queda, construção civil volta a contratar

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    O setor de construção civil registrou em julho o primeiro mês de abertura de vagas formais após 33 meses de queda, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados nesta quarta-feira. A atividade registrou 724 contratações a mais que demissões. O país teve um saldo de 39.500 vagas no período.

    Apesar do resultado positivo, ainda não dá para prever o início de uma recuperação consistente do setor que é considerado um dos grandes empregadores do país.

    Para o presidente do Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, o dado de julho é pequeno se comparado ao número de empregos formais na construção civil. “Um saldo de 724 em um setor com pouco mais de 2 milhões não é nada. E essa época é a de maior contratação”, explica.

    Segundo Martins, as dificuldades para expansão decorrem devido ao baixo nível de investimentos, taxas de juros e falta de capacidade de investimento do setor público.

    O pesquisador do Ibre/FGV, Bruno Ottoni, aponta que outro fator a ser considerado é que a construção civil é uma atividade com alto nível de informalidade. “Do ponto de vista do emprego formal, não é tão relevante”, explica.

    Indústria

    Se a volta das contratações no setor ainda não animam muito, o pesquisador diz que a indústria da transformação mostra uma trajetória mais consistente. Esse segmento foi responsável pela criação de 12.594 vagas formais em julho. Mesmo que os números sejam baixos comparados a períodos de economia mais próxima, quando a indústria registrava saldos líquidos mensais na casa dos 100.000, a boa notícia acontece por causa do efeito multiplicador que essas empresas têm na economia. “Se uma indústria contrata, ela está produzindo mais, vai precisar de transporte, é possível que o comércio já tenha notado demanda e feito pedidos”, explica Ottoni.

    Outra boa notícia é a disseminação das contratações na indústria de transformação: de 12 segmentos analisados pelo Caged, 9 apresentaram resultado positivo no mês. O destaque foi o setor de alimentos, bebidas e alcool etílico, com 7.995 contratações a mais que demissões no último mês.

  • Cura do Concreto: O que é e Como Fazer?

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    A  cura do concreto, é nome dado ao processo técnico utilizado para, dentre outros, desacelerar a evaporação (pela ação do sol e dos ventos) da água de amassamento utilizada na fabricação do concreto e permitir a completa hidratação do cimento. A cura do concreto, quando bem feita, aumenta a resistência do concreto em cerca de 30% além de diminuir a incidência de trincas e fissuras que podem comprometer a estrutura da edificação, além de deixar a peça com um aspecto feio.

    A cura do concreto resume-se em manter a superfície do concreto úmida, sombreada e protegida, durante um período que a norma brasileira recomenda como sendo de pelo menos 7 dias, podendo ser estendido a até 14 dias, dependendo das condições locais.

    ara isso são utilizados os seguintes procedimentos:

    • Molhar periodicamente a superfície da peça concretada com água;
    • Cobrir a superfície com areia molhada, serragem molhada, estopas ou mantas úmidas;
    • Recobrir a superfície com papéis ou lonas plásticas impermeáveis, que impedem a evaporação.

    Existem três tipos de cura do concreto:

    1. Cura úmida: consiste em manter a superfície do concreto úmida por meio de aplicação de água;
    2. Cura química: neste caso, utiliza-se um produto que forma uma película que impede a evaporação da água;
    3. Cura térmica: este processo é considerado o mais eficiente por utilizar câmaras aquecidas e otimizar o ganho de resistência do concreto.

    Qual o tempo de cura do concreto?

    O tempo de cura do concreto varia muito e depende exclusivamente de diversos fatores e condições ambientais (ventos, umidade do ar temperatura e etc).

    O clima Brasileiro, de uma forma geral, é bom para a cura do concreto, mas isso não exclui a aplicação dos procedimentos técnicos.

    De uma forma geral, para cimentos Portland a norma técnica diz que devemos manter o concreto numa temperatura acima de 10ºC e umedecidos por pelo menos 7 dias após o lançamento. Já para cimento comum com endurecimento mais lento recomenda-se umedecer a peça por pelo menos 14 dias.

    A tabela abaixo, fornece uma boa base para o tempo de cura do concreto

    Tipo de Cimento Fator Água / Cimento
     0,35 0,55 0,65 0,70
    CP I e II-32 2 Dias 3 Dias 7 Dias 10 Dias
    CP IV-32 2 Dias 3 Dias 7 Dias 10 Dias
    CP III-32 2 Dias 5 Dias 7 Dias 10 Dias
    CP I e II 40 2 Dias 3 Dias 5 Dias 5 Dias
     CP V-ARI 2 Dias 3 Dias 5 Dias 5 Dias

    Cuidados gerais com a peça após a concretagem

    • A cura do concreto deve ser feita logo após o endurecimento superficial da peça;
    • No caso de superfícies horizontais (vigas, lajes, chão e etc), o processo de cura deve ser feito de duas a quatro horas depois de aplicado o concreto;
    • No caso das superfícies verticais (pilares, colunas, muros e etc) é necessário saturar as formas com água antes do lançamento do concreto, após a concretagem é importante manter as formas umedecidas por pelo menos 7 dias.
      NOTA: Molhar as formas antes do lançamento do concreto não serve para facilitar a desmontagem das mesmas como muitos pedreiros costumam falar, mas sim para ajudar no processo de cura do concreto.
  • 10 inovações na engenharia para ficar de olho

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    Os conceitos de inovação e sustentabilidade andam juntos no mundo atual da engenharia, que, cada vez mais, deixa para trás técnicas atrasadas e prejudiciais ao meio ambiente. Nesse contexto, ganha força a engenharia sustentável, que aperfeiçoa o uso mínimo dos recursos disponíveis e cria produtos lucrativos sem danificar o meio ambiente.

    E o que não faltam são soluções sustentáveis inovadoras! A cada dia surgem novas ideias, materiais e programas que deixam a execução das obras mais rápida, barata e com mínimos impactos ambientais. Quer saber mais sobre o assunto? Veja no artigo de hoje 10 inovações para ficar de olho!

    1. Formas de alumínio ou aço para construção

    Essa técnica, criada aqui no Brasil, utiliza formas de alumínio ou aço para montar casas e prédios, incluindo a fiação e todo o sistema hidráulico. O processo de montagem é rápido e a forma pode ser concretada depois de algumas horas. Após 3 dias, tiram-se as formas e a construção está finalizada.

    2. Vidros e pedras nas paredes para reduzir o calor

    O edifício Al Hamra Firdous Tower tem 450 metros de altura e suas paredes são feitas de vidro e pedra. Por quê? Para diminuir o calor, pois o prédio fica no Oriente Médio, cujas temperaturas são elevadas. Com isso, também são reduzidas as despesas com o ar-condicionado.

    3. Tijolo ecológico

    É uma mistura de terra, água e pouco cimento, prensada até adquirir a consistência ideal. Além de não precisar da etapa da queima, ele reduz o gasto com argamassa, pois funciona por encaixe, e não precisa de revestimento. Ele também dispensa mão de obra especializada em sua produção e economiza na alvenaria, nas fundações e nas instalações hidráulicas e elétricas.

    4. Fachadas vivas

    Pesquisadores espanhóis da Universidade Politécnica da Catalunha desenvolveram um concreto que cria fachadas vivas, que não infiltram nem prejudicam os elementos estruturais da obra e, por outro lado, fornecem isolamento térmico, reduzindo custos de energia.

    5. Bactérias para fazer cimento

    Essa nova tecnologia utiliza uma bactéria que vive no solo, a Sporosarcina pasteurii. A bactéria é cultivada numa mistura com ureia e outros nutrientes, em uma temperatura de apenas 30ºC. O cimento fica pronto após 3 horas de fermentação.

    Essa técnica é rápida e pouco agressiva, pois usa rejeitos como materiais, ou seja, não destrói o meio ambiente e nem gera custos adicionais.

    6. Torneira que gera a própria energia

    Trata-se de uma torneira de banheiro eletrônica. Feita de latão cromado, ela conta com uma microturbina que produz energia limpa, mesmo sendo usada em baixa pressão.

    7. Grelha ecológica

    É usada para escoar água em caixas sifonadas e ralos. Trata-se de um polietileno verde usado para isolamento de tubos, o primeiro a ser feito na América Latina. A grelha sustentável é produzida da cana de açúcar, tem alta durabilidade e elimina o CO2 da atmosfera.

    8. Impressora de casas

    Essa inusitada técnica de engenharia sustentável utiliza uma impressora 3D de 6 metros de altura para produzir casas em grandes quantidades e velocidades absurdamente altas. A Winsun New Materials, uma empresa chinesa, usou essa tecnologia para construir 10 casas de 200 m² em apenas 24 horas!

    Para realizar esse feito, a enorme impressora aplica uma mistura de cimento e materiais reciclados e baratos, como fibra de vidro. O custo da obra fica 50% menor do que o de uma construção convencional.

    9. Isolante de lã

    Feito com lã de ovelha, o isolante térmico para casas é sustentável por gastar pouca energia na sua produção. Além disso, o material não prejudica o meio ambiente, absorve poluentes do ar e dificilmente entra em combustão em casos de incêndio.

    10. Hidrelétrica em uma caixa d’água

    Imagine transformar uma caixa d’água em uma miniusina hidrelétrica. Essa é a inovação da Unidade Geradora de Energia Sustentável (UGES): usar a água que abastece os reservatórios de uma residência ou de um prédio comercial para gerar energia elétrica.

    A água que entra pela caixa é pressurizada pelo sistema de válvulas acopladas ao reservatório, gerando energia elétrica de 12 volts (V). Essa energia, então, passa pelo contêiner e é levada aos fios elétricos, aumentando para 110/220V. Em seguida, é armazenada na própria unidade geradora.

    O objetivo do projeto é prover eletricidade em pequenas localidades, onde a rede elétrica pública é deficiente. Para construir uma UGES, podem-se reaproveitar equipamentos como alternador e bateria automotivos, dentre outros.

    Viu como o mundo anda preocupado em criar soluções inovadoras que protegem o meio ambiente? A criatividade da engenharia sustentável não para e a cada instante surgem novas ideias. Para se manter atualizado sobre todas as inovações, assine nossa newsletter e receba artigos como esse diretamente em seu email!

  • Setor da construção civil aposta em crescimento e geração de empregos com mudanças no MCMV

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    As novas medidas do Programa Minha Casa Minha Vida vão combater o déficit habitacional e impactar diretamente a economia do País. Em entrevista ao Portal Planalto, o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin, ressaltou que a contratação de 610 mil novas moradias para 2017 vai movimentar toda a cadeia da construção civil e gerar empregos.

    “Não existe crescimento econômico no Brasil sem o crescimento da indústria da construção civil. O setor da construção representa 8% do PIB. Vai ter um impacto muito grande na economia, no desenvolvimento social e evidentemente no emprego”, afirmou Menin. “Esse é um pilar mesmo importante para o País voltar a crescer sustentavelmente, voltar a empregar, criar desenvolvimento social, e a casa própria é desenvolvimento social”, completou.

    O potencial do setor para o reaquecimento da economia também é destacado pela vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Betinha Nascimento. “Hoje o setor que mais agiliza na resposta imediata é a construção civil. Começa na areia, no cimento, na brita. É a cadeia dos ‘mil itens’. É  um segmento que movimenta todo o mercado”, afirmou.

    Betinha também ressalta que com a contratação das novas unidades habitacionais, a necessidade de novos trabalhadores é imediata. “Além dos trabalhadores que o setor emprega, ainda tem a geração de empregos indiretos.”

    Além das novas moradias do programa, houve um reajuste no perfil de renda das famílias beneficiadas pelo Minha Casa Minha Vida, passando de R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 na Faixa 1,5; de R$ 3.600 para R$ 4.000,00 na Faixa 2; e de R$ 6.500,00 para até R$ 9 mil na Faixa 3. O valor do teto dos imóveis nas operações do FGTS também aumenta, podendo chegar até R$ 240 mil, dependendo da região do País.

    Para a definição das novas faixas de renda e valor dos imóveis, o governo discutiu ativamente com os representantes do setor, sanando assim os entraves para as contratações que havia no programa habitacional.

    “O projeto final foi muito discutido, muito bem pensado, é a solução adequada ao nosso momento. A gente trabalhou muitos gargalos para poder desatar os nós. Então, tudo isso foi discutido e importante, a solução é sustentável”, afirmou Rubens Menin.

    Fonte: Portal Planalto e Ministério das Cidades

  • Construção ainda atravanca PIB do 2º trimestre, diz FGV

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    Rio – A liberação do saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tirou do vermelho o consumo das famílias no segundo trimestre do ano.

    A recuperação da atividade econômica, porém, foi prejudicada pelo mau desempenho da construção, que atrapalhou tanto os resultados da indústria quanto dos investimentos, segundo Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB, divulgado hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 0,24% no segundo trimestre ante o primeiro trimestre do ano.

    O indicador da FGV antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

    “Eu diria que é um falso negativo. Tivemos um primeiro trimestre muito bom, excepcional (alta de 0,99%), sabíamos que o resultado não se repetiria. Mas ainda está melhor do que no último trimestre de 2016, quando recuou 0,51% em relação ao trimestre anterior”, lembrou Considera.

    Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB do segundo trimestre deste ano teve retração de 0,3%.

    A indústria teve uma queda de 1,8%, influenciada, principalmente, pelo tombo de 7,4% da atividade de construção.

    Sob a ótica da demanda, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) recuou 5,1%.

    O desempenho do componente de máquinas e equipamentos continua positivo (0,4%), mas a construção teve forte redução, -9,0%, um impacto de -4,6 pontos porcentuais para a taxa trimestral da FBCF.

    “As grandes empreiteiras estão paradas. Tem que dar um jeito de elas voltarem a operar, mas não tem do outro lado quem queira contratar. Os governos não estão com dinheiro para construir. A saída é investir nas concessões e privatizações. Não tem como fugir”, avaliou Considera.

    O destaque positivo foi o consumo das famílias, que cresceu 0,6% no segundo trimestre, na comparação com o mesmo trimestre de 2016.

    O avanço interrompe uma sequência de nove trimestres negativos consecutivos. O consumo de serviços manteve-se negativo (-1,0%), enquanto cresceu o consumo de bens não duráveis (0,5%), semiduráveis (7,3%) e bens duráveis (3,8%), impulsionado pelos saques no FGTS.

    “As famílias pagaram as dívidas e puderam abrir um novo crediário”, calculou o coordenador do Monitor do PIB. “Mas eu não acho que o Consumo das Famílias vá fazer a economia deslanchar. Daí é que vem o nosso problema, que é o investimento”, completou o pesquisador.

    As exportações cresceram 3,2% no segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2016, enquanto as importações diminuíram 1,8%.

    O PIB acumulado no primeiro semestre de 2017 alcançou cerca de R$ 3,21 trilhões em valores correntes.

    Fonte: Revista Exame

  • O que é um técnico em edificações?

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    Técnico em edificações (também conhecido somente por edificações) é um curso de nível técnico no qual se obtém conhecimentos específicos para atuação na área de construção civil. No Brasil, o curso é oferecido em várias instituições de ensino, e com destaque para Instituto Federal,Liceu,SENAI, ETEC.

    Ao final do curso e da conclusão do estágio, o estudante receberá o diploma de Técnico em Edificações e poderá obter uma Carteira de Registro no CREA(Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), entidade de classe que representa a categoria.

    O profissional

    O Técnico em Edificações — como é chamado o profissional que conclui o curso — elabora projetos de Arquitetura e de Instalações Prediais, tais como instalações elétricas, hidro-sanitárias, gás, e incêndio por meio da interpretação de normas técnicas e uso de softwares específicos.

    Executam detalhamento de desenhos de fundação, de estruturas de concreto armado e metálicas, planejam obras, elaboram orçamentos e cronogramas físico-financeiros, dimensionam equipes de trabalho. Fazem orçamento de materiais e mão-de-obra. Fazem coleta de material para ensaios tecnológicos de laboratório e de campo, analisam resultados e avaliam comportamento dos materiais de construção. O profissional pode atuar em instituições públicas, privadas e do terceiro setor, empresas de engenharia e de arquitetura, escritórios de projetos, imobiliárias e construtoras.

    Mercado de trabalho

    O mercado para Construção Civil é um mercado em constante necessidade de profissionais habilitados para o desempenho de funções que vão desde apontadores até ao gerenciamento de obras, seja em empresas públicas ou privadas. Nos últimos anos, o mercado do setor têm crescido consideravelmente, assim como os salários e a demanda por profissionais qualificados na área.

    Legislação

    A profissão de Técnico em Edificações é regulamentada pela Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 e tem suas atribuições conferidas pelo Decreto nº90.922, de 6 de fevereiro de 1985. De acordo com o Decreto nº 90.922/85, artigo 3º, as atribuições do Técnico em Edificações consistem em:

    • Conduzir a execução técnica dos trabalhos de sua especialidade;
    • prestar assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas;
    • orientar e coordenar e execução dos serviços de manutenção de equipamentos e instalações;
    • Dar assistência técnica na compra, venda e utilização de produtos e equipamentos especializados;
    • Responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional.

    A profissão de técnico em Edificações só pode ser exercida após registro no conselho regional de Engenharia e Agronomia (CREA).